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Amorim não crê que outros países processem Brasil por dívidas injustas

Brasília, 9 dez (EFE) - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, descartou hoje que outros países sul-americanos possam seguir o exemplo do Equador e processarem o Brasil por dívidas consideradas ilegais ou injustas.

EFE |

Amorim compareceu na Comissão de Relações Exteriores do Senado para explicar a situação com o Equador, que recorreu à arbitragem internacional para tentar não pagar um empréstimo de US$ 242,9 milhões contraído com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O Equador alega que o empréstimo foi concedido para as obras de uma represa erguida pela construtora Odebrecht e que deixou de funcionar meses após ter entrado em operações.

Amorim destacou hoje que não há nenhum indício no sentido de que outros países possam desconhecer suas dívidas e disse que o Brasil confia em seus vizinhos, apesar do que aconteceu com o Equador.

No caso do Paraguai, embora o Governo do ex-bispo Fernando Lugo tenha manifestado publicamente a intenção de que sejam revisadas as dívidas da hidrelétrica de Itaipu, cuja propriedade os dois países compartilham, Amorim reiterou que o Brasil deixou claro que não aceitará isso. EFE ed/db

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