Americanos reconhecem culpa por pênis falso para antidoping

Os donos de uma empresa americana que vendia próteses penianas pela internet para falsificar resultados de exames antidoping se declararam culpados de duas acusações de conspiração. George Willis e Robert Catalano são, respectivamente, o presidente e o vice-presidente da Puck Technologies, empresa baseada no Estado americano da Califórnia que há três anos comercializava os dispositivos Whizzinator e Number One.

BBC Brasil |

Estes dois modelos de prótese peniana permitiam armazenar urina "limpa" e mantê-la na temperatura do corpo até o momento de colocá-la em um recipiente coletador de amostras.

Para burlar os exames antidoping, o pênis falso vinha aderido a um cinto, para ser sustentado enquanto a pessoa imitava o gesto de depositar a urina no recipiente.

Oito anos
O usuário poderia assim ter certeza de que teria um resultado negativo nos testes que avaliam a presença de substâncias ilegais no organismo.

Em outubro, os dois empresários americanos foram acusados por uma corte federal na cidade de Pittsburgh de vender acessórios para o uso de drogas proibidas e de conspirar para fraudar o governo dos Estados Unidos.

Ambos podem ser sentenciados a até oito anos de prisão e uma multa de US$ 500 mil (cerca de R$ 1,14 milhão).

O veredicto deve ser dado em fevereiro.

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