Americana é detida ao tentar vender suposta rocha lunar por US$ 1,7 milhão

Rocha foi recuperada, mas a Nasa ainda não determinou se se trata de uma rocha genuína

BBC Brasil |

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Uma americana foi detida e interrogada por tentar vender uma rocha lunar por US$ 1,7 milhão (cerca de R$ 2,7 milhões). A mulher, cuja identidade não foi revelada, foi detida após mostrar uma rocha para um investigador da Nasa (a agência espacial americana), em Lake Elsinore.

Rochas lunares são consideradas um tesouro nacional dos EUA, e sua venda é ilegal. A rocha foi recuperada, mas a Nasa ainda não determinou se se trata de uma rocha genuína.

A operação para deter a mulher vinha sendo planejada há meses, e aconteceu em um restaurante. Gali Robinson, vice-inspetor geral da Nasa, disse ao jornal "Los Angeles Times" que era possível que se tratasse de uma rocha lunar, mas que era preciso investigar antes.

O jornal disse que a mulher estava detida, mas não presa formalmente. Centenas de quilos de rocha foram coletados nas missões da Nasa à Lua, principalmente durante as missões Apollo 15, 16 e 17.

Centenas foram dadas como presentes a outros países e a Estados americanos, e inúmeras estão desaparecidas. Dois estagiários roubaram uma quantidade não definida de rochas lunares do Centro Espacial Johnson em Houston, no Texas, em 2002.

Houve ainda vários casos de tentativas de vender rochas falsas da lua. Em 2009, descobriu-se que uma suposta rocha lunar da primeira missão tripulada por humanos à Lua, a Apollo 11, dada ao Museu Nacional Holandês, em Amsterdã, se tratava apenas de madeira petrificada.

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