América do Sul construirá novo caminho ao mundo, diz astrólogo

Paco de Campos. Lima, 27 mar (EFE).- Está escrito nas estrelas: em meio à crise econômica que afeta dos Estados Unidos à Europa, a América do Sul está destinada a construir um novo caminho para o mundo, segundo o famoso astrólogo peruano Rubén Jungbluth.

EFE |

"Corresponde à América do Sul, por decisão cósmica, ser o centro de conhecimento e o centro de uma nova genealogia para o mundo inteiro", afirmou Jungbluth à Agência Efe.

O especialista ficou famoso ao acertar a data de entrada das tropas americanas em Bagdá, assim como a saída de Fidel Castro do Governo cubano.

O astrólogo, que possui clientes tão importantes como políticos, empresários e outras personalidades públicas de Peru e Estados Unidos, afirma que "a América do Sul tem a oportunidade de construir um novo caminho político deixado para trás os EUA".

Esta oportunidade surge da crise vivida pela grande potência mundial, a mesma que, segundo Jungbluth, tem data marcada para começar a declinar em 2016.

E não só se trata de uma crise de aspecto econômico, mas também "de liderança em nível mundial".

Para o astrólogo peruano, que começou a estudar astrologia há mais de 40 anos, os Estados Unidos tinham uma grande oportunidade para sair da crise com a chegada ao poder do presidente Barack Obama, mas uma palavra fora de lugar durante seu juramento ao cargo jogou por terra as possibilidades de mudança.

A teoria astrológica de Jungbluth, autor do livro "Los bebés eurítmicos", afirma que o nascimento de qualquer pessoa determina suas possibilidades de sucesso: quanto mais próximo ao meio-dia for o parto, melhor. Se for de noite, maus augúrios.

Apesar de parecer mentira, segundo o astrólogo peruano, os presidentes dos Estados Unidos fazem o juramente ao meio-dia por esta razão, em uma tradição que começou com o 32º líder do país, Franklin D. Roosevelt, após a crise de 1929, quando transferiu a data da posse de março a janeiro e, com preferência, às 12h.

A tática deu certo para Roosevelt, já que tirou o país da crise econômica e deu os primeiros passos para transformar os Estados Unidos na maior potência mundial.

Obama se comprometeu também a jurar às 12h05, e assim o fez, mas um erro de uma palavra fora de lugar durante o juramento tornou necessário repetir a cerimônia no dia seguinte, desta vez às 19h28.

Aparentemente, a data de nascimento do governante também atrapalha, que o situa sob o signo de Leão, uma constelação com vínculos com a realeza e os grandes políticos, mas que, em 2009, vive um péssimo ano.

Isto também prejudica outras personalidades mundiais, como o presidente mexicano, Felipe Calderón, ou chefe do Governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, segundo Jungbluth.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, enfrentará um 2009 com dificuldades, mas saberá superá-las graças a seu "manejo de forças astrológicas".

O estudioso assegurou que "todos os presidentes e governantes se aproximam da astrologia e outras mancias (artes adivinhatórias), mas muitos, quando chegam ao Governo, as deixam de lado".

Desde o alemão Adolf Hitler, "que nomeou como assessor um astrólogo, que inclusive determinou que invadisse a Polônia", até o fundador do Partido Aprista Peruano (PAP), Víctor Raúl Haya de la Torre, que sempre consultava um renomado especialista em astrologia inglês.

"Modéstia à parte, nosso trabalho é o de fabricar as condições para que alcance sua meta; se um político se candidata à Presidência de um país, que a ganhe", disse.

O destino pode estar escrito nas estrelas, mas, como ressaltou o astrólogo peruano, existe uma máxima em seu trabalho: "os astros influenciam, mas não determinam". EFE fcg/db

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