Al-Qaeda do Iêmen quer união com Somália para controlar Mar Vermelho

Um dos líderes do braço da rede extremista Al-Qaeda no Iêmen elogiou a liderança da rede na Somália pela oferta de envio de militantes ao país e convocou os muçulmanos da região para uma guerra santa e por um bloqueio do Mar Vermelho. Os cristãos, os judeus e os governantes apóstatas traidores atacaram vocês, vocês não têm outra saída dessa questão a não ser travando um jihad, disse o saudita Saeed al- Shiri, considerado o número dois da Al-Qaeda no Iêmen em uma mensagem de áudio divulgada na internet.

BBC Brasil |

Ex-detento da prisão de Guantánamo, al-Shiri agradeceu a oferta de cooperação dos militantes somalis do grupo Al Shebab "em nossa próxima batalha contra o líder dos infiéis, a América".

O grupo de al-Shiri assumiu a autoria de um atentado fracassado contra um avião americano no dia 25 de dezembro.

Ele também pediu ajuda a militantes somalis para controlar o estreito de Bab al Mandab, que separa a península arábica da África.

Segundo ele, quando o estreito, que dá passagem ao Mar Vermelho "voltar às mãos do Islã", ele será "fechado e isso vai fechar a porta e apertar o nó sobre os judeus (Israel) por causa do apoio americano pelo Mar Vermelho", disse ele.

"Por causa da importância marítima do Bab al Mandab, isso seria uma grande vitória."
Ameaça
Correspondentes ressaltam que a Al Qaeda na Somália não controla a área próxima ao estreito, tendo maior influência sobre o sul do país e partes da capital, Mogadishio.

As alianças com grupos piratas, que dominam as águas somalis, seriam também apenas ocasionais.

O governo iemenita prometeu continuar combatendo a Al-Qaeda no país.

No domingo, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que a ameaça gerada pela Al-Qaeda seria maior do que a de um Irã com armas nucleares.

"Creio que a maioria de nós entende que a maior das ameaças são as redes internacionais", disse ela referindo-se aos militantes da Al Qaeda no Afeganistão, Paquistão, norte da África e Iêmen.

Estas redes estariam evoluindo para tornarem-se "mais criativas, ágeis e flexíveis".

Autoridades de países do Ocidente e da Arábia Saudita temem que a crescente instabilidade entre rebeldes xiitas e separatistas do Sul do Iêmen possa permitir um fortalecimento das operações da rede Al-Qaeda no país.

Um dos líderes da Al Qaeda no Iêmen elogiou a liderança da rede na Somália pela oferta de envio de militantes ao país e prometeu ataques aos EUA e bloquear a entrada do Mar Vermelho.

Em uma mensagem postada na internet, o saudita Saeed al Shiri, ex-detento da Baía de Guantánamo e considerado o número dois da Al Qaeda no Iêmen agradeceu a oferta de cooperação dos militantes somalis do grupo Al Shebab "em nossa próxima batalha contra o líder dos infiéis, América".

Ele também pediu ajuda à militantes somalis para controlar o estreito de Bab al Mandab, que separa a península arábica da África.

Quando o estreito, que dá passagem ao Mar Vermelho "voltar às mãos do Islã", ele será "fechado e isso vai fechar a porta e apertar o nó sobre os judeus (Israel) por causa do apoio americano pelo Mar Vermelho", disse o pronunciamento gravado em audio.

"Por causa da importância marítima do Bab al Mandab, isso seria uma grande vitória."
Ameaça
No entanto, correspondentes ressaltam que a Al Qaeda na Somália não controla a áera próxima ao estreito, tendo maior influência sobre o sul do país e partes da capital, Mogadishio.

As alianças com grupos piratas, que dominam as águas somalis, seriam também apenas ocasionais.

O grupo de Sheri assumiu a autoria de um atentado fracassado contra um avião americano no dia 25 de dezembro.

O governo iemita prometeu continuar combatendo a Al Qaeda no país.

No domingo, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que a ameaça gerada pela Al Qaeda seria maior do que a de um Irã com armas nucleares.

"Creio que a maioria de nós entende que a maior das ameaças são as redes internacionais", disse ela referindo-se aos militantes da Al Qaeda no Afeganistão, Paquistão, norte da África e Iêmen.

Estas redes estariam evoluindo para tornarem-se "mais criativas, ágeis e flexíveis".

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