Ali al-Marri, ex-combatente inimigo detido em solo americano, se disse inocente, nesta segunda-feira diante de um tribunal federal de Peoria (Illinois, norte), das acusações de apoio material ao terrorismo levantadas contra ele pelo governo americano.

"Entraremos com uma declaração de inocência, pelo que exigimos a presença de um júri", disse no tribunal o advogado de defesa Lee Smith.

Ali al-Marri, de 43 anos, cidadão do Qatar e da Arábia Saudita, foi detido no final de 2001 e permanecia desde então sem julgamento; havia sido declarado "combatente inimigo" em 2003 pelo governo do então presidente George W. Bush.

O acusado estava recluso há seis anos no centro militar de Charleston (Carolina do Sul).

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