Al-Fayed diz que viveria na Escócia se país alcançasse independência

Londres, 18 mai (EFE) - O milionário egípcio Mohamed al-Fayed, dono das famosas lojas de departamento de Londres Harrods, afirmou hoje que não pensaria duas vezes e moraria na Escócia se esta região do Reino Unido alcançasse a independência. Al-Fayed já possui um sítio de mais de 26 mil hectares nas Terras Altas da Escócia, um lugar que considera o mais lindo dessa bela região montanhosa. E o magnata, de 75 anos, estaria disposto a mudar para lá de forma permanente se a Escócia fosse livre e independente, disse hoje à emissora pública BBC Radio Scotland. Ele lamentou que o Governo autônomo escocês não tenha verdadeiro poder e criticou o governante Partido Nacionalista Escocês (SNP), que prometeu realizar um plebiscito sobre a independência dessa nação. Segundo o rico egípcio, o Governo nacionalista do ministro principal, Alex Salmond, só fala e não age e se comporta como se fossem os zumbis do sul (em referência à Inglaterra). (O Governo autônomo) só aceita instruções do sul. Não tem verdadeiro poder para criar um diferente tipo de sociedade, reiterou o dono da Harrods.

EFE |

Al-Fayed acrescentou que tenta "seguir em frente" após a investigação britânica sobre a morte da princesa Diana de Gales e de seu filho, Dodi al-Fayed.

Em abril, um júri popular britânico culpou da morte de Diana e Dodi al-Fayed o motorista de seu Mercedes - que estava bêbado e também morreu no acidente - e os paparazzi que perseguiam o casal em 31 de agosto de 1997 em Paris.

Mohamed al-Fayed aceitou de má vontade o veredicto, após afirmar durante anos que ambos foram vítimas de uma conspiração. EFE pa/db

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG