Al-Fayed desiste de provar conspiração contra Diana e Dodi

Londres, 8 abr (EFE) - O magnata egípcio Mohamed al-Fayed abriu mão hoje de sua batalha legal para tentar provar que seu filho, Dodi, e a princesa Diana de Gales foram assassinados pelo serviço secreto britânico. Já basta, disse Al-Fayed, proprietário das lojas de departamento Harrods, em entrevista à rede de televisão ITV na qual afirmou que tinha tomado essa decisão pelo bem dos filhos de Lady Di, os príncipes William e Harry, que amavam a mãe. Sou um pai que perdeu seu filho e que fez de tudo durante dez anos, acrescentou o magnata, que disse que aceitava, embora com reservas, o veredicto do inquérito judicial que culpa pela morte de Diana e Dodi o motorista do Mercedes no qual estavam, devido à sua embriaguez, e os paparazzi que perseguiam o casal. Diana, de 36 anos, faleceu junto a Dodi al-Fayed, de 42, e o motorista do veículo, Henri Paul, quando o Mercedes no qual estavam colidiu em alta velocidade contra uma pilastra do túnel da ponte dAlma quando eram perseguidos por fotógrafos. Mais de dez anos depois, o júri da investigação judicial, formado por seis mulheres e cinco homens selecionados ao acaso, concluiu na segunda-feira que a tragédia foi um homicídio por imprudência de Henri Paul e dos fotógrafos. O veredicto, emitido no Tribunal Superior de Londres, jogou por terra a teoria que atribuía o acidente a uma conspiração, defendida com força pelo milionário egípcio, que ainda acredita que seu filho e Diana foram vítimas de um comp...

EFE |

Não vou fazer nada mais... Este é o final", disse.

"Após pensar muito, decidi que acho que é o momento de aceitar o veredicto, mas com muitas coisas que não vou aprovar totalmente", disse o magnata egípcio, que criticou o juiz encarregado da investigação, Scott Baker, por não ter explorado todos os aspectos do caso.

No entanto, agradeceu aos membros do júri por não terem afirmado que se tratava de um acidente, mas de "um homicídio".

"Isto me dá uma grande satisfação, porque provou meu argumento de que meu filho e Diana foram assassinados", disse. EFE ep/db

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