Al Qaeda rejeita visita de Obama e critica sua política

Cairo, 3 jun (EFE).- O número dois da Al Qaeda, o egípcio Ayman al-Zawahiri, criticou hoje a visita que começa amanhã ao Egito do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e tachou a toda sua imagem e mensagens de reconciliação de mentiras e propaganda vazia.

EFE |

Em mensagem de áudio veiculada por sites islamitas, o cirurgião egípcio afirma que a mensagem de Obama "já chegou" através de todos os fatos recentes que Zawahiri considera ataques contra o islã.

A mensagem da Casa Branca ao mundo muçulmano já chegou quando Obama "visitou o muro das lamentações e colocou o kipá dos judeus, obrigatório para entrar nesse lugar".

Obama chega hoje à Arábia Saudita e amanhã estará no Cairo com o objetivo de pronunciar um discurso dirigido ao mundo muçulmano, no qual se espera o início de uma nova relação entre o Ocidente e os países islâmicos.

"Palavras de falsa propaganda dos EUA, que apóiam um regime autoritário e podre", disse Zawahiri, em referência ao Governo de Hosni Mubarak.

"O sangue que ainda chega aos muçulmanos não desaparecerá com campanhas de relações públicas, com visitas ou com jogos de palavras e retórica", afirmou.

O número dois da rede terrorista dirigida por Osama bin Laden acusa o Egito de ser "a estação internacional da tortura para a guerra da América contra o Islã". EFE jrg/mh

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