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Al Qaeda reafirma compromisso de expulsar infiéis da Península Arábica

Sana, 8 abr (EFE).- A organização terrorista Al Qaeda reafirmou que continuará sua luta armada para expulsar os infiéis da Península Arábica, ao mesmo tempo em que assumiu a autoria do ataque cometido no domingo contra um complexo residencial para cidadãos ocidentais no Iêmen.

EFE |

Em comunicado divulgado hoje em um site islâmico, a chamada Organização Al Qaeda na Península Arábica, Brigadas dos Soldados do Iêmen afirmou que atacou no domingo um complexo residencial situado no Bairro Diplomático, em Sana, com três bombas.

As autoridades iemenitas asseguraram então que o atentado não deixou vítimas, mas que foi necessário transferir vários moradores do local, incluindo ocidentais, para outro lugar mais seguro.

No comunicado, o grupo terrorista diz que "os 'mujahedin' (combatentes islâmicos) vingavam com esse atentado a morte do irmão Dadullah", o temido comandante da milícia afegã do Talibã que morreu em combates no sul do Afeganistão em 2007.

A nota ainda diz que a organização não ficará tranqüila até expulsar "todos os infiéis da península de Maomé, e até que o livro de Deus (o Corão) governe em todos os países".

O comunicado também informa de outro atentado perpetrado por membros do grupo terrorista na sexta-feira contra dois postos de controle da Polícia iemenita na província de Hadramaut, no sul do país, mas não menciona vítimas.

A partir de 2003, a chamada Organização Al Qaeda na Península Arábica assumiu vários ataques terroristas na Arábia Saudita que fizeram dezenas de vítimas, entre elas muitos ocidentais.

No entanto, as ações do grupo diminuíram consideravelmente nos últimos anos devido à ação das forças de segurança sauditas contra as células da organização no reino wahhabista.

Por outro lado, as atividades da rede terrorista comandada pelo saudita Osama bin Laden aumentam no Iêmen. Desde julho de 2007, morreram oito turistas espanhóis, dois belgas e vários civis e policiais iemenitas em ataques assumidos pelo braço local da Al Qaeda. EFE ja/bba/db

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