Al Qaeda critica o Hamas por morte de líder radical em Gaza

Cairo, 25 ago (EFE).- A Al Qaeda no Magrebe criticou o Hamas por ter matado em Gaza o líder de um grupo radical ligado à organização, segundo um comunicado divulgado na internet.

EFE |

No texto, a Al Qaeda no Magrebe alertou o Hamas das "graves consequências" que "o crime" terá se a intenção do movimento islâmico foi "satisfazer os judeus e os cristãos".

A organização terrorista, liderada por Osama bin Laden, lamentou sempre ter apoiado o Hamas e nunca ter criticado algumas de suas políticas.

"O Hamas matou mujahedins (combatentes islâmicos) e abriu caminho para o mal. Não deveria ter feito isso", disse a Al Qaeda no comunicado.

Ainda segundo a organização, as justificativas do Hamas para a morte do xeque Abdel-Latif Moussa, líder espiritual do grupo radical pró-Al Qaeda Ansar Jund Allah (Guerreiros de Deus), "se parecem" com as do movimento nacionalista e secular Fatah.

A Al Qaeda também pediu ao movimento islâmico palestino que leve à Justiça os "criminosos" que, há dez dias, cometeram "este massacre".

Além de matar Moussa, as forças do Hamas tiraram a vida de outras 19 pessoas em confrontos armados ocorridos em 14 e 15 de agosto com seguidores do Ansar Jund Allah na cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza. EFE hh/sc

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