Ajuda colombiana ao Haiti chega a 1.852 toneladas e US$ 1 milhão

Bogotá, 23 jan (EFE).- As doações da Colômbia para os desabrigados pelo recente terremoto no Haiti somam 1.

EFE |

852 toneladas em ajudas e quase US$ 1,19 milhão em dinheiro, disseram hoje porta-vozes dos organismos humanitários em Bogotá.

Os números correspondem com um novo balanço divulgado pela Cruz Vermelha Colombiana (CRC), responsável da recepção de contribuições para os milhões de desabrigados pelo terremoto do dia 12 de janeiro, que deixou mais de 111 mil mortos.

As quantias foram divulgadas pelo ministro do Interior e de Justiça, Fabio Valencia, quem exerce como coordenador do Sistema Nacional para a Prevenção e Atenção de Desastres.

Valencia detalhou que os alimentos e outros materiais que foram recebidas pela CRC chegaram a 1.852 toneladas.

Grande parte do volume foi levado ao país caribenho em aviões da Força Aérea Colombiana (FAC) e em uma embarcação da Marinha da Colômbia que na sexta-feira chegou ao Haiti com 333 toneladas.As doações da Colômbia para os desabrigados do terremoto no Haiti somam 1.852 toneladas em alimentos e materiais de higiene e quase US$ 1,19 milhão em dinheiro, disseram hoje porta-vozes dos organismos humanitários em Bogotá.

Os números estão no recente balanço divulgado pela Cruz Vermelha Colombiana (CRC), responsável pela recepção de contribuições para os milhões de desabrigados pelo terremoto do dia 12 de janeiro, que deixou mais de 111 mil mortos.

As quantias foram divulgadas pelo ministro do Interior e de Justiça, Fabio Valência, quem coordena o Sistema Nacional para a Prevenção e Atenção de Desastres.

Grande parte do volume chegou ao país caribenho em aviões da Força Aérea Colombiana (FAC) e em uma embarcação da Marinha que na sexta-feira.

O terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o Haiti ocorreu às 19h53 de Brasília do dia 12 de janeiro e teve epicentro a 15 quilômetros da capital, Porto Príncipe.

Pelo menos 21 brasileiros morreram na tragédia, sendo 18 militares e três civis, entre eles a médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti. EFE jgh/dm

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