Airbus e Honeywell se unem para encontrar biocombustível para aviões

O construtor aeronáutico europeu Airbus, o grupo de defesa americano Noneywell, o consórcio International Aero Engines (IAE) e a companhia aérea americana JetBlue anunciaram nesta quinta-feira a formação de uma aliança para pesquisar um biocombustível adaptado aos aviões.

AFP |

Os sócios querem um combustível à base de vegetais e algas que seja menos contaminante que o querosene atual, informou a Airbus em um comunicado.

Nosso objetivo é nos concentrar em energias renováveis que não entrem em competição com a produção agrícola, acrescentou a Airbus, explicando que em 2030 esse tipo de combustível poderá corresponder a 30% do consumido por todos os aviões comerciais.

Em 22 de fevereiro, a companhia Virgin Atlantic realizou com sucesso um primeiro vôo entre Londres e Amsterdã usando biocombustível. O avião utilizado foi um Boeing 747 sem passageiros.

Os ecologistas classificaram o experimento de "golpe publicitário" e insistiram que, na verdade, é urgente frear a indústria aeronáutica.

As emissões de gases de efeito estufa do setor aéreo representam atualmente 2% das globais.

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