AI pede a Cingapura que ponha fim à pena de morte

Kuala Lumpur, 14 jan (EFE).- A organização defensora dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) pediu ao Governo de Cingapura que acabe com a pena de morte e divulgue informação sobre as execuções, o que não faz há 15 anos.

EFE |

O grupo com sede em Londres, que considera que Cingapura é um dos países com maior índice de condenações à pena de morte, disse, em comunicado, que as sentenças judiciais "vulneram o mais fundamental dos direitos humanos: o direito à vida".

Segundo a AI, pelo menos 420 pessoas foram executadas em Cingapura entre 1991 e 2004, e os últimos réus que foram enviados ao corredor da morte, no mês passado, são uma mulher da Zâmbia e um ganês, traficantes de maconha.

As autoridades do país defendem, perante a AI, seu direito a ter o sistema judiciário que consideram apropriado e a empregar a pena de morte, como acontece com todo Estado soberano.

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