WASHINGTON - A former senior intelligence official says the double agent who killed seven CIA employees in Afghanistan last week had provided information that led the CIA to kill a number of al-Qaida leaders. style=BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)Um ex-alto funcionário da inteligência dos Estados Unidos afirmou que Humam Khalil Abu-Mulal al-Balawi, o agente triplo que matou sete funcionários da CIA no Afeganistão na última semana, havia fornecido informações que levou a CIA a matar um número indefinido de líderes da Al-Qaeda." / WASHINGTON - A former senior intelligence official says the double agent who killed seven CIA employees in Afghanistan last week had provided information that led the CIA to kill a number of al-Qaida leaders. style=BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)Um ex-alto funcionário da inteligência dos Estados Unidos afirmou que Humam Khalil Abu-Mulal al-Balawi, o agente triplo que matou sete funcionários da CIA no Afeganistão na última semana, havia fornecido informações que levou a CIA a matar um número indefinido de líderes da Al-Qaeda." /

Agente triplo responsável por ataque à base da CIA deu informações para ataques contra Al-Qaeda

Double agent provided intel for strikes style=BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)WASHINGTON - A former senior intelligence official says the double agent who killed seven CIA employees in Afghanistan last week had provided information that led the CIA to kill a number of al-Qaida leaders. style=BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)Um ex-alto funcionário da inteligência dos Estados Unidos afirmou que Humam Khalil Abu-Mulal al-Balawi, o agente triplo que matou sete funcionários da CIA no Afeganistão na última semana, havia fornecido informações que levou a CIA a matar um número indefinido de líderes da Al-Qaeda.

iG São Paulo |

O ex-funcionário, que falou à agência AP sob condição de anonimato, disse que Al-Balawi havia fornecido informações de inteligência de alta qualidade, estabelecendo assim sua credibilidade junto ao governo da Jordânia e dos Estados Unidos.

Segundo relatos dete ex-funcionário, as informações de Al-Balawi foram usadas em ataques com mísseis de aviões não-tripulados na fronteira do Afeganistão e Paquistão.

Agente triplo

Humam Khalil Abu-Mulal al-Balawi, o terrorista que matou sete agentes da CIA (agência de inteligência americana) no Afeganistão na semana passada, era um "agente triplo", trabalhando ao mesmo tempo para os serviços de inteligência da Jordânia, dos Estados Unidos e também para a rede terrorista Al-Qaeda.

Originário de Zarqa, na Jordânia, o simpatizante da Al-Qaeda havia sido preso pelo serviço de inteligência da Jordânia há um ano.

A inteligência jordaniana acreditou que o tivesse cooptado e o enviou ao Afeganistão para que se infiltrasse na Al-Qaeda. Sua missão específica era descobrir a localização do número 2 da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri.

Ele era usado como um informante jordaniano trabalhando para os EUA, mas tinha ligações com a rede terrorista Al-Qaeda e cometeu um atentado suicida na última semana durante encontro com agentes da CIA.

Acredita-se que ele vinha trabalhando disfarçado no leste do Afeganistão havia semanas antes de detonar um colete de explosivos durante uma reunião com agentes da CIA na base militar de Chapman, um complexo fortificado na província de Khost, perto da fronteira sudeste com o Paquistão, no dia 30.

O ataque foi o pior contra funcionários da inteligência americana desde que a Embaixada dos EUA em Beirute, Líbano, foi atacada em 1983, quando oito agentes morreram.

O ministro da Informação da Jordânia, Nabil Sharif negou categoricamente as informações. "Os serviços jordanianos de informação não estão de nenhuma maneira envolvidos em tais operações de inteligência e cooperando com os Estados Unidos no Afeganistão", afirmou.

O jornal "The New York Times" disse que o homem tinha sido levado ao Afeganistão para ajudar na caçada de membros do alto escalão da Al-Qaeda.

Perfil

Humam Khalil Abu-Mulal al-Balawi era um jordaniano palestino que trabalhou em hospital de um campo de refugiados do país. 

Filho de uma família procedente da Cisjordânia, Balawi estudou na cidade turca de Tonya e se casou com uma turca antes de seguir para a Jordânia e trabalhar no hospital de campo de refugiados palestinos de Al Rusaifa, na região da cidade de Zarqa, ao norte de Amã, até o ano passado.

Segundo fontes ligadas à família de Balawi, sua mulher, uma jornalista, e seus dois filhos estão na Turquia.

Balawi tinha três irmãos, entre eles um gêmeo que vive no Canadá, e uma irmã, Hanan. Moradores de Zarka afirmaram à agência AFP que Balawi era um muçulmano devoto.

* Com AP e AFP

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