Agente francês sequestrado há mais de 1 mês na Somália foge

Johanesburgo, 26 ago (EFE).- Um dos dois agentes de segurança franceses sequestrados no mês passado em Mogadíscio por homens armados conseguiu fugir hoje, informou a Radio Shabelle.

EFE |

Segundo a emissora somali, fontes oficiais informaram que o agente francês, que trabalhava como conselheiro de segurança para o Governo da Somália, fugiu e conseguiu chegar hoje à casa do presidente do país, Sharif Sheikh Ahmed.

Uma fonte da residência presidencial disse que o agente francês escapou junto com um jornalista estrangeiro, que não chegou ainda à área controlada pelo Governo de Sheikh Ahmed.

Uma jornalista canadense, Amanda Lindhout, e outro australiano, Nigel Brenan, foram sequestrados em 23 de agosto do ano passado por uma milícia não identificada nos arredores de Mogadíscio e, até agora, se desconhece seu paradeiro.

De acordo com a rádio, as autoridades não divulgaram o nome do agente, que fugiu de madrugada e conseguiu chegar à área governamental esta manhã.

Em 14 de julho, dois cidadãos, descritos pela Chancelaria francesa como funcionários oficiais trabalhando como conselheiros de segurança para o Governo da Somália, foram sequestrados em Mogadíscio.

Os dois agentes franceses foram tirados de seus quartos de um hotel no sul da capital somali por um grupo de homens armados, uniformizados como policiais.

As milícias radicais islâmicas do Al-Shabab, que os Estados Unidos vinculam à Al Qaeda, e o grupo aliado Hizb al-Islam, liderado por Sheikh Hassan Aweys, um dos dirigentes dos fundamentalistas somalis mais radicais, iniciaram uma ofensiva contra o Governo em maio.

Os radicais islâmicos, apoiados por centenas de combatentes estrangeiros, controlam vários distritos de Mogadíscio e ocupam diversas áreas do sul e do centro da Somália. EFE cho/rr

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