Agência dos EUA autoriza remédios para outras doenças contra gripe suína

Washington, 27 abr (EFE).- As autoridades de saúde dos Estados Unidos emitiram hoje uma autorização especial para responder ao surto de gripe suína que coloca à disposição do pessoal médico remédios e instrumentos aprovados para outras doenças.

EFE |

Um comunicado da agência reguladora de alimentos e remédios dos Estados Unidos (FDA, em inglês) ressaltou que a autorização se refere ao uso de produtos antivirais como Relenza e Tamiflu e a um teste de diagnóstico para esse tipo de gripe, identificado como rRt-PCR.

De acordo com os centros de controle e prevenção de doenças (CDC), nos Estados Unidos foram confirmados 40 casos de gripe suína, aos quais se somariam outro possível detectado hoje no estado de Nova Jersey.

A Autorização para Uso em Emergências aprovada hoje permite o uso de certos produtos farmacêuticos ainda não aprovados para uma determinada doença uma vez que é declarada uma situação de emergência, sempre e quando forem cumpridos certos critérios, disse a FDA em comunicado.

A autorização expirará quando tiver acabado a emergência declarada pelo surto de gripe suína ou quando for revogada pela dependência oficial, acrescentou o documento.

Atualmente, o Relenza é usado no tratamento de transtornos não complicados causados pela gripe em adultos e crianças com mais de sete anos e para a prevenção da doença em maiores de cinco anos.

O Tamiflu é diagnosticado para o tratamento e a prevenção da gripe em pacientes maiores de um ano.

Sobre o exame rRt-PCR para detectar a gripe suína, a FDA informou que pode ser efetivo em amostras de indivíduos os quais são diagnosticados com a gripe A, cujos subtipos de vírus não podem ser identificados com outros testes.

A agência acrescentou que a autorização especial permite que os centros de controle e prevenção distribuam o exame a laboratórios e estabelecimentos médicos que necessitem, e que contem com pessoal treinado para interpretar os resultados.

O comunicado da FDA explicou que o teste amplifica o material viral genético de uma amostra nasal ou nasofaríngea. EFE ojl/db

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