Africanos são maioria dos refugiados no Brasil, afirma relatório

São Paulo, 20 jun (EFE).- O Brasil possui 4.

EFE |

131 refugiados de 72 países, em sua maioria africanos, revelou hoje um relatório oficial apresentado por ocasião do Dia Mundial do Refugiado.

O Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) afirmou que 67% das pessoas que ganharam esse status no Brasil são africanas, com 42% do total de nacionalidade angolana (1.735 pessoas).

O idioma, os laços históricos e a identidade cultural foram a principal causa para que os refugiados da guerra civil de Angola, que durou cerca de 30 anos, escolhessem o Brasil como sua nova moradia.

No entanto, o número de angolanos refugiados ficou estável com o fim da guerra, no começo desta década.

O número que mais cresce de refugiados no Brasil é o de colombianos, que, com 551 pessoas, representa 13,4%. Em seguida vem os cidadãos da República Democrática do Congo (RDC), com 359; da Libéria, com 259; e do Iraque, com 188.

O Conare e o escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) apontaram a "pluralidade cultural" e o "espírito acolhedor" do brasileiro como as principais motivações para que muitos refugiados tenham escolhido o país, e não uma nação desenvolvida, como costuma acontecer. EFE wgm/db

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