Psiquiatra Nidal Hasan lançou ataque com 13 mortos em base do Texas em 2009; se considerado culpado, pode ser sentenciado à morte

Foto de 9 de abril de 2010 mostra o major americano Nidal Hasan, acusado pelo massacre de Fort Hood, no Texas
AFP
Foto de 9 de abril de 2010 mostra o major americano Nidal Hasan, acusado pelo massacre de Fort Hood, no Texas
O psiquiatra do Exército dos EUA acusado de lançar um ataque com disparos na base de Fort Hood, no Texas, enfrentará um julgamento militar e uma possível sentença à pena de morte se for considerado culpado, informaram as fontes militares.

O major Nidal Hasan é acusado de deixar 13 mortos e 32 feridos ao lançar um ataque a tiros em novembro de 2009 na base. Seu caso foi aprovado por uma corte marcial, que será "autorizada a considerar a morte como um castigo", afirmou, em um comunicado, o tenente-general Donald Campbell, comandante de Fort Hood.

Hasan, que nasceu e foi criado no Estado americano da Vírginia por pais de ascendência palestina, sofre 13 acusações por assassinato premeditado e 32 por tentativa de assassinato premeditado. Ele foi atingido por um disparo de um policial durante o ataque e está paralisado da cintura para baixo.

Há informações de que Hasan ficou perturbado ao ver feridos no Centro Médico do Exército de Walter Reed, onde trabalhou como psiquiatra cuidando de soldados que voltavam do combate. Ele foi descrito como um muçulmano devoto e como um oficial militar de baixo desempenho que alarmava seus superiores com seu comportamento excêntrico.

*Com AFP e BBC

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