O trabalho de busca para encontrar as caixas-pretas do avião que fazia o voo Rio-Paris da Air France, desaparecido no dia 1º de junho de 2009, no Atlântico, foi retomado na segunda-feira e prosseguirá até o dia 25 de maio para "tentar solucionar as últimas incertezas", anunciou nesta terça-feira o Birô de Investigações e Análises (BEA)." /

O trabalho de busca para encontrar as caixas-pretas do avião que fazia o voo Rio-Paris da Air France, desaparecido no dia 1º de junho de 2009, no Atlântico, foi retomado na segunda-feira e prosseguirá até o dia 25 de maio para "tentar solucionar as últimas incertezas", anunciou nesta terça-feira o Birô de Investigações e Análises (BEA)." /

Acidente Rio-Paris: busca das caixas-pretas prosseguirá até 25 de maio

O trabalho de busca para encontrar as caixas-pretas do avião que fazia o voo Rio-Paris da Air France, desaparecido no dia 1º de junho de 2009, no Atlântico, foi retomado na segunda-feira e prosseguirá até o dia 25 de maio para "tentar solucionar as últimas incertezas", anunciou nesta terça-feira o Birô de Investigações e Análises (BEA).

AFP |

O trabalho de busca para encontrar as caixas-pretas do avião que fazia o voo Rio-Paris da Air France, desaparecido no dia 1º de junho de 2009, no Atlântico, foi retomado na segunda-feira e prosseguirá até o dia 25 de maio para "tentar solucionar as últimas incertezas", anunciou nesta terça-feira o Birô de Investigações e Análises (BEA).

As operações cobrem as zonas periféricas à região inicial de buscas, segundo comunicado do BEA, encarregado de estabelecer as causas da tragédia que fez 228 mortos.

Os novos trabalhos no mar serão financiados pelo construtor do avião acidentado - o europeu Airbus - e a companhia aérea, num total de um milhão e meio de dólares cada. As duas empresas já aplicaram em comum 10 milhões de euros nas investigações.

"Queremos realmente encontrar as caixas com os registros do voo, o que seria um elemento capital para o prosseguimento da enquete", declarou à AFP o diretor do BEA, Jean-Paul Troadec.

"Uma vez que não encontramos as caixas-pretas na zona delimitada (para a terceira fase), pensamos em ampliar as buscas às zonas periféricas do norte e um pouco à oeste. Há também um pequeno perímetro, muito acidentado, no meio dessas áreas que, nos parece, mereceria uma detecção mais detalhada", acrescentou.

Até agora, o BEA afirmou que um mau funcionamento das sondas Pitot (sensores) de velocidade do aparelho, fabricadas pelo grupo francês Thales, seria um dos fatores, mas não a única causa da tragédia.

Dt/hel/sd

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