Acaba sequestro de estrangeiros no Egito, diz ministro

NOVA YORK - Foi libertado são e salvo o grupo de 19 pessoas, entre turistas e cidadãos egípcios, seqüestradas por um grupo armado no Egito, informou o ministro egípcio das Relações Exteriores, Ahmed Abul Gheit, nesta segunda-feira, em Nova York.

Redação com agências internacionais |

Acordo Ortográfico O sequestro de onze turistas europeus no sul do Egito aconteceu na sexta-feira passada, mas a informação só veio à tona nesta segunda-feira. O ministro de Turismo egípcio, Zoheir Garana, disse que só soube do caso depois que o dono da agência de turismo que levava o grupo e estaria entre os reféns avisou a esposa por telefone nesta segunda-feira.

Os turistas europeus são cinco italianos, cinco alemães e um romeno, pelos quais os sequestradores pediram um resgate de valor desconhecido, segundo o ministro. Segundo fontes egípcias não oficiais, para a libertação dos estrangeiros os sequestradores teriam pedido uma quantia de US$ 15 milhões.

O ministro acrescentou que o fato aconteceu quando os turistas e seus acompanhantes egípcios faziam uma excursão pela zona de Kark Talj, na província de Wadi al-Gadid, uma área remota do deserto sudoeste do Egito.

De acordo com a agência oficial egípcia "Mena", o grupo de sequestradores levou os reféns para o vizinho Sudão, mas nem o ministro nem a "Mena" puderam precisar se já estão nesse país ou ainda em território egípcio.

A princípio, havia informações de que no mesmo grupo havia quatro egípcios que acompanhavam os turistas, mas a "Mena" e a televisão egípcia sustentam que os cidadãos do Egito são oito.

Seriam dois guias, quatro motoristas, um agente de segurança e o dono da companhia turística que levava o grupo.

De acordo com a agência oficial egípcia, os sequestradores, que estavam encapuzados, levaram aos reféns após ameaçá-los com armas.

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