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Norte-americana afirmou que comissários de bordo não intervieram no caso e zombaram dela, dizendo que "passageiro só tinha bebido muito vinho"; leia

Genevieve Pascolla, de 26 anos, denunciou homem se masturbando em voo e foi humilhada por equipe tripulante em junho
Reprodução/Genevieve Pascolla
Genevieve Pascolla, de 26 anos, denunciou homem se masturbando em voo e foi humilhada por equipe tripulante em junho

Uma mulher relatou ter sido  humilhada por comissários de bordo após se queixar sobre um passageiro que estava se masturbando ao seu lado durante um voo de Londres, na Inglaterra, a Chicago, nos EUA. De acordo com informações do Daily Mail , a norte-americana Genevieve Pascolla, de 26 anos, usou as redes sociais para denunciar o comportamento da equipe e reivindicar um posicionamento da linha aérea United Airlines; ela publicou um vídeo em que é possível ver o homem se tocando na viagem, no começo de junho. 

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Em seu Instagram, Genevieve relatou que tinham saído do Aeroporto de Heathrow quando notou que um homem, que não teve a identidade divulgada, estava se masturbando em voo . Ela afirmou ter acordado a passageira que dormia no assento ao lado e ter procurado ajuda da equipe tripulante.

“Depois de assegurar que a mulher próxima a mim havia acordado, procurei os comissários. Eles viram o homem se tocando por baixo de uma manta e confirmaram que, de fato, ele estava se masturbando. Ao contrário do que imaginei, não obtive ajuda. Não fizeram nada para detê-lo, apenas fizeram piadas e gargalharam de mim”, protestou.

Homem se masturbando em voo não foi reprendido pela equipe

Pascolla, que trabalha como fotógrafa, alegou que os comissários da linha aérea não interferiram no caso e deixaram o rapaz terminar o ato obsceno que estava sendo feito em público. A mulher ressaltou que, após zombarem da situação e de fazerem comentários maliciosos, os funcionários se desculparam pelo homem, dizendo “que ela não deveria se preocupar, já que o passageiro provavelmente estava fazendo aquilo por ter bebido muito vinho”.

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A imprensa local apontou que, ao sair do avião, Genevieve procurou os seguranças do aeroporto para comunicar o que havia ocorrido. “Mulheres e crianças estavam perto dele enquanto se tocava, nós fomos obrigados a assistir tudo. Quando sai do avião, procurei a equipe de segurança, que se dispôs a buscar o ofensor a fim de arrancar um pedido de desculpas dele. Eu recusei, não queria vê-lo”, escreveu na publicação.

Ainda no post feito em sua conta do Instagram, a norte-americana disse que decidiu contar o caso somente neste mês de julho, devido à demora da companhia aérea em responder sua queixa. “Recebi um e-mail sobre o caso em 14 de julho. Eu estou chocada com a falta de consideração com o consumidor por parte da linha aérea. Passei por algo que me deixou apavorada, sendo exposta a outros riscos. A falta de ação por parte de todos é repugnante”.

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Via e-mail, a diretora de atendimento ao cliente da United Airlines, Lauren Michaels, afirmou que “o relato de Genevieve é importante e ajudará a companhia a melhorar seu atendimento e a criar medidas para evitar que algo semelhante ocorra futuramente”.  No posicionamento enviado à mídia local, a representante Maddie King comunicou que a passageira não seria reembolsada, e que casos como o do passageiro se  masturbando em voo , apesar de ofensivos, são raros nas viagens realizadas pela empresa.