Tamanho do texto

Vítimas, que estavam sendo mantidas reféns dentro de uma agência na Rue des Petites Ecuries, foram resgatadas e estão bem; sequestrador foi detido

De acordo com informações da imprensa local, entre os reféns feitos em Paris, estava uma mulher grávida
Reprodução/Twitter
De acordo com informações da imprensa local, entre os reféns feitos em Paris, estava uma mulher grávida

Um homem armado que dizia portar consigo também com uma bomba pronta para ser explodida, sequestrou, na tarde desta terça-feira (12), três pessoas em Paris , na França. De acordo com a imprensa, uma das reféns era uma mulher grávida. 

Leia também: Leia a íntegra do documento assinado por Donald Trump e Kim Jong-un

Acionada para conter o criminoso, a polícia de Paris invadiu o local e prendeu o sujeito. O incidente ocorreu no 10º arrondissement da capital e, segundo as autoridades, o caso não foi tratado como terrorista. O estado de saúde das vítimas é estável, inclusive o da  mulher grávida .

Segundo a agência de notícias local France Bleu acredita-se que uma das vítimas tenha sofrido uma ferida na cabeça, mas tal informação não foi confirmada pelas autoridades. A hipótese partiu da fala do próprio sequestrador, que afirmou ter batido no refém com uma chave inglesa.

De acordo com a emissora BFM  as pessoas estavam sendo mantidas como reféns dentro de um imóvel na Rue des Petites Ecuries, onde funciona uma agência de publicidade. Toda a via foi fechada pelas autoridades, que trabalharam na libertação das vítimas.

Leia também: Negado pela Itália, barco com 629 refugiados irá à Espanha a convite de premiê

Vídeos e imagens divulgados nas redes sociais mostraram que inúmeros carros da polícia foram estacionados no entorno da rua, e um cordão de isolamento foi colocado na localidade. Forças especiais francesas, uma ambulância e o esquadrão antibomba também estiveram em cena, segundo o Mirror .

Terrorismo e relação com o Irã

Segundo uma fonte de segurança do local, o sequestrador teria pedido para falar com a embaixada do Irã para “entregar um texto ao governo francês”. Mas, em vez de atender ao pedido, a polícia invadiu o local. 

Embora a imprensa local afirme que a polícia parisiense 'não acreditava' que tratava-se de um atentado terrorista, havia suspeitas de que a ação estivesse sendo coordenada.

Para conter a polícia, o sequestrador dizia que não estava sozinho no crime: um homem estaria do lado de fora do imóvel, armado, pronto para agir caso o lugar fosse invadido. 

Por conta da ameaça, as autoridades francesas trabalharam, principalmente, na libertação dos reféns, como a mulher grávida , que estava sob a custódia do criminoso.

Leia também: Confrontos na Faixa de Gaza deixam três palestinos mortos e 618 feridos

* Com informações da Agência Ansa.