Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte, e Moon Jae-in, presidente da Coreia do Sul, tiveram um encontro histórico nesta sexta-feira; Trump se adiantou

Donald Trump publicou no Twitter que a reunião entre as Coreias deve ser motivo de orgulho para os norte-americanos
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Donald Trump publicou no Twitter que a reunião entre as Coreias deve ser motivo de orgulho para os norte-americanos

O presidente dos Estados Unidos , Donald Trump, elogiou, na manhã desta sexta-feira (27), o encontro histórico entre o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e seu homólogo sul-coreano, Moon Jae-in. A reunião intercoreana ocorreu nesta sexta, na Coreia do Sul.

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A declaração de Donald Trump sobre o encontro foi feita por meio do Twitter. Na rede sociai, Trump se adiantou e chegou a declarar que a guerra na península coreana chegou ao fim.

"A guerra da Coreia TERMINOU! Os Estados Unidos e todo seu GRANDE povo deveriam estar muito orgulhoso do que está acontecendo agora na Coreia", escreveu o magnata.

Em um outra publicação, na mesma rede social, o líder norte-americano ressaltou que o encontro acontece depois de um "furioso ano de lançamentos de mísseis e testes nucleares". Nessa afirmação, Trump se referia às discussões e trocas de farpas entre ele e Kim Jong-un.

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Para encerrar a sua declaração sobre o assunto, o republicano deu espaço à questão tempo: "Boas coisas estão ocorrendo, mas apenas o tempo dirá", escreveu.

Encontro histórico e a influência dos EUA

Nesta sexta-feira, Kim Jong-un e Moon Jae-in comprometeram-se em assinar um acordo para realizar a desnuclearização da Península Coreana, abrindo um nova era de paz entre os países. No encontro, eles prometeram ainda que a Guerra das Coreias, que passa por um cessar-fogo de 65 anos, mas nunca terminou efetivamente, será encerrada definitivamente neste ano.

O presidente dos Estados Unidos acredita que tal acordo não se faria possível sem a interferência dos norte-americanos nas questões da península. Porém, o diálogo entre os líderes das duas Coreias – que teve início na virada do ano de 2017 para 2018 – ocorreu, segundo informações divulgadas pelos países coreanos, sem qualquer consulta a Donald Trump ou ao governo norte-americano.

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* Com informações da Agência Ansa.

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