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Presidente chegou a citar "problemas de saúde mental" ao falar sobre o caso; republicano e Melania aproveitaram momento para agradecimentos públicos

Donald Trump e a primeira-dama, Melania, estiveram na noite desta sexta-feira em um hospital na Flórida
Reprodução/Twitter
Donald Trump e a primeira-dama, Melania, estiveram na noite desta sexta-feira em um hospital na Flórida

Acompanhado pela primeira-dama, Melania, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aproveitou a noite dessa sexta-feira (17) para ir a um hospital na Flórida onde estão internadas vítimas do ataque à escola Marjory Stoneman Douglas, ocorrido na última quarta-feira (14). 

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A visita de Donald Trump ao Hospital Broward Health North foi registrada em sorridentes fotos publicadas nas redes sociais do presidente norte-americano. Além das condolências, o casal presidencial usufruiu do momento para agradecer aos médicos, aos enfermeiros e aos profissionais de saúde pela "ajuda para salvar vidas".

Nas redes sociais, esse agradecimento foi reforçado. "Aos professores, agentes da lei, socorristas e profissionais médicos: nós agradecemos pela coragem de vocês – e nós estamos aqui por vocês, SEMPRE!", escreveu. "Nossa administração está trabalhando junto às autoridades locais para investigar o ataque a tiros e aprender o que pudermos", continuou o presidente.

"Nossa nação inteira, com o coração apertado, continua orando pelas vítimas e pelas famílias delas", publicou. "Nós estamos comprometidos a trabalhar com os líderes locais e estaduais para ajudar a assegurar nossas escolas, e enfrentar o difícil problema da saúde mental. Deus abençoe a todos e OBRIGADO!", encerrou.

Donald Trump e Melania foram agradecer médicos, enfermeiros e profissionais de saúde por 'ajuda para salvar vidas'
Reprodução/Twitter
Donald Trump e Melania foram agradecer médicos, enfermeiros e profissionais de saúde por 'ajuda para salvar vidas'

Após a visita ao hospital, Trump e Melania também foram ao gabinete do xerife do condado de Broward, onde se encontraram com a equipe que ajudou a resgatar as vítimas do massacre.

Massacre na Flórida

Na tarde da última quarta, o ex-aluno Nikolas Cruz, 19 anos, pegou um Uber e foi à escola na Flórida levando um rifle AR-15 sob uma capa preta. Chegando ao local, ele o invadiu e disparou tiros em direção aos jovens. Pelo menos 17 adolescentes morreram e outras 15 vítimas ficaram feridas. 

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Sobreviventes do ataque afirmaram que muitas pessoas 'previam' que Cruz – que havia sido expulso do colégio por uma medida disciplinar – pudesse tomar esse tipo de atitude e até chegaram a brincar com a possilidade do ex-aluno atacar a escola. Professores também o descreveram como "problemático".

Na última quinta-feira, no Twitter, Donald Trump já havia prestado condolências às famílias das vítimas do tiroteio e havia afirmado ainda que "nenhuma criança, professor ou qualquer outra pessoa deveria se sentir inseguro em uma escola americana".

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