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Derek Cantwell, de 60 anos, foi condenado a 20 meses de prisão; seu nome ficará 20 anos em documento para infratores sexuais na Inglaterra; veja

O encanador Derek Cantwell, de 60 anos, abusou sexualmente de uma britânica após ser contratado para fazer reparações
Reprodução/Daily Mail
O encanador Derek Cantwell, de 60 anos, abusou sexualmente de uma britânica após ser contratado para fazer reparações


Um britânico foi condenado a cumprir 20 meses na cadeia após ter abusado sexualmente de uma mulher na casa dela, na cidade de Bridlington, na Inglaterra. Derek Cantell, de 60 anos, é encanador e fora contratado para fazer reparos na casa da vítima, que não foi identificada. Porém, durante a realização de seu serviço, ele afirmou a ela que “era um massagista renomado” e que poderia “dar uma amostra de suas habilidades”. 

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Acreditando na história do encanador – e falso massagista – a mulher acabou sendo abusada sexualmente dentro de sua própria casa. Agora, segundo ela relatou para a Corte de York Crown, sofre de ataques do pânico constantes, além de ter saído do imóvel, por “não suportar dormir na cama onde foi violentada”. Além da pena, o agressor terá o nome registrado por 20 anos em um documento para infratores sexuais do país.

Decisão judicial

No tribunal, o juiz Andrew Stubbs condenou Derek Cantwell por violar a confiança da mulher. "Na conversa com a vítima, o acusado se aproveitou da situação de vulnerabilidade dela para sua própria gratificação sexual”, elucidou.

O advogado de defesa, Richard Godfrey, argumentou a alegação do júri, dizendo que seu cliente havia cometido um "grotesco erro de julgamento", por supostamente ter pensado que a vítima queria fazer sexo com ele. Segundo Godfrey, "essa ofensa não foi planejada, não era algo que estava na mente de Derek quando adentrou a residência da mulher. Foi uma série de eventos que intensificou o ocorrido".

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Cantwell, que mora no bairro vizinho ao da vítima, negou a agressão sexual, porém depois do julgamento, em novembro do ano passado, foi considerado culpado. O caso só foi divulgado pela mídia britânica na segunda-feira (8).

De acordo com informações do jornal Mirror, o réu serviu o Exército, sendo enviado para missões na Irlanda do Norte em sua juventude.  E após o divórico,  passou a viver somente com os filhos.

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Depois da agressão sexual do falso massagista, os familiares da vítima relatam que ainda estão muito preocupados, e que estão tentando passar o máximo de tempo ao lado dela para ajudá-la a se recuperar do trauma.

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