Homem admitiu ser culpado de 31 das 44 acusações contra ele; em primeiro momento, policiais não acharam indícios dos crimes cometidos por ele

Professor de escola infantil cometeu diversos assédios, entre eles um estupro e divulgação de imagens indecentes
Reprodução/Flickr
Professor de escola infantil cometeu diversos assédios, entre eles um estupro e divulgação de imagens indecentes

Um homem que trabalhava em escola infantil pode ser preso depois de admitir ser culpado de assédio sexual contra 18 crianças, incluindo um estupro. Jamie Chapman, de 28 anos, assumiu 31 acusações contra ele, mas alegou ser inocente de outras 13.

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Muitas das vítimas de assédio de Chapman eram alunos da escola primária onde ele trabalhava como professor-assistente em Solihull, na Inglaterra. Anteriormente, a polícia havia afirmado que não existia evidência de qualquer contato inapropriado entre o homem e as crianças.

O agressor admitiu ser culpado por uma acusação de estupro, 21 acusação de incitar uma criança a participar de atividade sexual, quatro acusação de distribuição de imagens indecentes e cinco acusações de produção de imagens indecentes.

De acordo com o promotor responsável pelo caso, Matthew Brook, isso diz respeito a 18 crianças, que foram vítimas de Chapman ao longo de cinco anos, entre 2011 e 2016.

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“Essa é a primeira oportunidade realística que o acusado teve para admitir sua culpa”, disse a advogada de defesa, Emma Nott. Ela também afirmou que seu cliente tinha um bom caráter antes do ocorrido e estava em um "estado de angústia", passando por "dificuldades psicológicas".

Nott disse que o maior atenuante em favor de seu cliente era o fato que "ele ter reconhecido o que fez." O juiz decidiu adiar a sentença do professor até o dia 22 de maio. Até lá, o acusado permanecerá preso.

A decisão do juiz foi tomada para que possa ser feito um relatório do perigo representado pelo agressor sexual. Apesar de não indicar qual será a pena, garante que envolverá tempo na cadeia. “Uma sentença de custódia é inevitável para esse tipo de ofensa”, disse.

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O homem já está preso preventivamente desde novembro do ano passado, quando foi realizada uma busca em sua casa e a apreensão de seus aparelhos eletrônicos. Na ocasião, policiais não encontraram indícios do assédio.

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