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Professor de música adicionou aluno no Snapchat há um ano; em uma das mensagens, se vangloriou por tirar a virgindade de outro garoto de 16 anos

Professor de música enviou foto de seu pênis ereto com a mensagem
Reprodução/Google Plus
Professor de música enviou foto de seu pênis ereto com a mensagem "é assim que você faz com que eu me sinta agora"

Um professor de música que dava aulas para alunos de colegial nos Estados Unidos foi acusado de abusar sexualmente de um dos estudantes que era menor de idade, além de mandar mensagens e imagens inapropriadas para outro garoto pelo aplicativo Snapchat.

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O professor Erik Akervik, de 29 anos, foi acusado por conduta sexual criminosa e sedução de criança por meios eletrônicos. Ele foi denunciado à polícia na segunda-feira (10) quando um estudante de 15 anos alegou ter recebido mensagens sexuais explícitas do homem.

Entre o conteúdo recebido, estava uma fotografia do pênis de Akervik ereto, que acompanhava a mensagem “é assim que você faz eu me sentir agora”, conforme foi reportado pela polícia ao “Daily Mail”.

Ao longo da troca de mensagens no aplicativo, o garoto disse que o homem se vangloriou por ter tirado a virgindade de outro menino que teria 16 anos na ocasião do suposto encontro sexual.

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O estudante contou ao colégio onde estuda, em Minneapolis, que Akervik o adicionou ao Snapchat um ano atrás. Entretanto, ele alega só ter começado a receber mensagens do professor há três semanas. Em uma das trocas, escreveu: “Eu quero te conhecer melhor e mais de perto”.

Como o Snapchat mostra a outra pessoa quando a tela é capturada ou a mensagem é salva, o aluno precisou encontrar outras formas de gravar o conteúdo que recebia de Akervik. Ele manteve a conversa até encontrar um aplicativo que guardasse a conversa entre os dois sem que ele soubesse.

Além de dar aulas no colegial, Akervik também era tutor de adolescente no coral da igreja local. Está sendo investigado se ele teve algum contato inapropriado com um desses jovens, além da vítima que o denunciou.

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Como o caso foi denunciado nesta semana, o professor ainda deve ser investigado e ir a julgamento. “Essa é uma situação que é o pior pesadelo de todos os pais”, disse o advogado do condado, Jim Backstrom.

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