As informações acabam de ser divulgadas pela ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos; ainda não se sabe o número de feridos após o ataque

Segundo a ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos, ao menos 15 pessoas morreram (sendo quatro crianças) neste sábado (8) após bombardeio russo em Urum al Yauz, na província de Idlib, na Síria. As informações foram veiculadas pela Agência EFE.

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Ong afirma que bombardeio russo atingiu Urum al Yauz, na província de Idlib
Syrian Observatory for Human Rights/Divulgação
Ong afirma que bombardeio russo atingiu Urum al Yauz, na província de Idlib


O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que além das vítimas fatais após o bombardeio russo , existe um número significativo de feridos com gravidade, porém não especificou quantos. A não confirmação dos feridos por parte da ONG deve-se ao fato de equipes de resgates ainda estarem trabalhando no local do bombardeio.

Também neste sábado (8) aviões não identificados atacaram a cidade de Khan Sheikhoun, na província de Idlib – local que foi vítima na última terça-feira (4) de ataque químico com a morte de 84 pessoas e 546 feridos, sendo em sua maioria crianças. Foi confirmada a morte de uma mulher e um homem que ficou ferido após o novo ataque.

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Outro indicente

Na manhã deste sábado (8), cerca de 15 civis morreram em bombardeio de aviões que supostamente seriam da coalizão internacional lidera pelos Estados Unidos, sob o governo de Donald Trump, próximo a cidade de Al Raqqa, considerada a "capital do Estado Islâmico" na Síria.  

Estes foram os primeiro bombardeios em Idlib após o ataque de mísseis realizado pelos Estados Unidos contra uma base aérea síria nas primeiras horas de sexta-feira (7). Os EUA atacaram a base aérea de Shayrat, a segunda mais importante das forças governamentais sírias, em represália ao ataque químico que tirou a vida de 84 pessoas e deixou mais de 500 feridas. 

Na sexta-feira (7), o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterrez, alertou para o risco de uma escalada maior do conflito na Síria após o ataque químico na cidade de Khan Sheikhoun, na província síria de Idlib, e das subsequentes missões de guerra empreendidas por EUA e Rússia no país do Oriente Médio. As retaliações devido a intervenção dos Estados Unidos se confirmaram neste sábado (8) com o bombardeio russo denunciado pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos. 

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*Com informações da Agência Brasil


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