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Malia Obama, de 18 anos, esteve em ato que criticou construção de oleoduto em Dakota; ex-presidente declarou apoio aos protestos em todo o país

Na semana passada, Malia Obama, de 18 anos, foi vista em Utah em um ato contra a construção de um oleoduto em Dakota
Reprodução/Twitter
Na semana passada, Malia Obama, de 18 anos, foi vista em Utah em um ato contra a construção de um oleoduto em Dakota

Uma das filhas do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, Malia Obama participou de um protesto contra o atual presidente norte-americano, o magnata Donald Trump.

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A jovem de 18 anos foi vista em Utah, na semana passada, durante o Festival Sundance de Cinema, encerrado no último domingo (29). A filha de Obama  participava de um ato contra a construção de um oleoduto em Dakota, obra que havia sido barrada por seu pai, mas foi autorizada pelo republicano.

O projeto terá, ao todo, 1,9 mil quilômetros de extensão e deve cruzar locais considerados "sagrados" por tribos indígenas dos Estados Unidos, principalmente a dos índios sioux.

A presença de Malia no protesto havia passado despercebida e só virou notícia após uma entrevista da atriz e ativista Shailene Woodley. "Foi fantástico ver Malia, filha do presidente Obama", disse ela.

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Pouco depois, a cantora Miley Cyrus postou em seu perfil no Instagram uma foto da jovem e um pedido para que ela se candidate à presidência no futuro. "Você tem meu voto", escreveu a estrela.

Obama apoia as manifestações

Malia Obama, filha do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, participou de um protesto contra Trump
Reprodução/Twitter
Malia Obama, filha do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, participou de um protesto contra Trump

Nesta segunda-feira (30), o ex-presidente americano Barack Obama declarou – indiretamente – apoio aos protestos em todo o país contra a nova política migratória do governo norte-americano, com o decreto assinado na última sexta-feira (27) por Donald Trump. 

Obama denunciou também que, mesmo que o governo de Trump não assuma, o bloqueio migratório conta com uma discriminação por razões religiosas. Suas declarações foram divulgadas pelo seu porta-voz Kevin Lewis.

Obama “tem uma divergência fundamental com a ideia de discriminação contra pessoas por sua fé, ou sua religião”, informou Lewis no Twitter.

Segundo Lewis, o ex-presidente se sente “comovido pelo nível de compromisso que tem acontecido em todo o país”, em uma referência aos protestos pelas restrições impostas pelo governo à chegada de refugiados e cidadãos de sete países de maioria muçulmana.

Obama considera que ver cidadãos “exercendo seu direito constitucional de se reunir, organizar-se e fazer que suas vozes sejam ouvidas é exatamente o que esperamos ver quando os valores dos Estados Unidos estão ameaçados”.

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Essa foi a primeira manifestação pública de Obama desde que, no último dia 20 de janeiro, passou a presidência do país para Trump e saiu de férias com a família.

* Com informações da Agência Ansa.

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