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Voos foram cancelados e a Bolsa de Hong Kong foi fechada em decorrência da tempestade, que atingiu a costa sul na madrugada desta terça-feira (2)

Estadão Conteúdo

Moradores de Shenzhen, na província de  Guangdong, enfrentam rajadas de vento durante a tarde desta terça-feira
Mao Siqian/Xinhua - 02.08.16
Moradores de Shenzhen, na província de Guangdong, enfrentam rajadas de vento durante a tarde desta terça-feira


A costa sul da China foi atingida na madrugada desta terça-feira (2) pelo tufão Nida, que trouxe ventos fortes e chuvas pesadas às províncias de Guangdong e Guangxi, nas proximidades de Hong Kong. Quase 24 horas depois – horário local –, as autoridades ainda não tinham levantamento de mortes, desaparecidos e prejuízos causados na região.

Algumas das cidades mais populosas do país – além de Hong Kong, Cantão, Macau, Shenzhen, Dongguan, Foshan e Zhaoqing – emitiram alertas para seus moradores, pedindo-lhes para que não saíssem às ruas e armazenassem alimentos e necessidades básicas suficientes para três dias em suas casas.

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A China estava em alerta desde o fim de semana para a tempestade, que atingiu todo o centro de produção da província de Guangdong e foi enfraquecendo aos poucos, até chegar à região vizinha de Guangxi. O tufão levou escolas e universidades a cancelarem as aulas. Voos e viagens de balsas também foram cancelados. A Bolsa de Valores de Hong Kong ficou fechada. 

Às 12h (horário local), o Observatório de Hong Kong já havia cancelado sua advertência de tempestade, mas as pessoas continuavam vigilantes com as enchentes de rios. As rajadas máximas de vento chegaram a superar os 128 quilômetros por hora. 

Grandes partes da China têm visto chuvas sazonais mais fortes do que o habitual neste verão, levando a inundações e dezenas de mortes.

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