Campanha de Hillary Clinton afirma que falha foi aproveitada pela Rússia para beneficiar o adversário Donald Trump na campanha presidencial

Estadão Conteúdo

Candidato à vice-presidente, Timothy Kaine fez sua primeira aparição ao lado de Hillary Clinton no último sábado (23)
Twitter/ Hillary Clinton/ Rprodução
Candidato à vice-presidente, Timothy Kaine fez sua primeira aparição ao lado de Hillary Clinton no último sábado (23)

O FBI anunciou nesta segunda-feira (25) que investiga como milhares de emails do Comitê Nacional do Partido Democrata (DNC, na sigla em inglês) foram hackeados, uma falha que a campanha de Hillary Clinton acusa de ter sido aproveitada pela Rússia para beneficiar o adversário na campanha presidencial, Donald Trump.

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Em um comunicado, os investigadores confirmaram investigar uma "intrusão cibernética envolvendo o DNC".

Na sexta-feira (22), o Wikileaks disponibilizou uma série de emails sugerindo que o comitê democrata atuou para favorecer Hillary em relação ao seu concorrente nas prévias, o senador Bernie Sanders. A campanha de Clinton apontou para uma ataque ocorrido em junho que teria sido feito por agentes ligados ao governo da Rússia.

O presidente da campanha da ex-secretária de Estado, John Podesta, intensificou as acusações nesta segunda-feira, afirmando existir um "uma grande amizade" entre o presidente Vladimir Putin e Trump, cujas posições de política externa favorecem Moscou. A campanha de Trump rebateu as acusações afirmando que elas são uma "piada".

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A revelação do conteúdo das mensagens enfureceu parte da militância de Sanders, que há muito acusa o DNC de favorecer Hillary. O vazamento levou à renúncia da presidente do comitê, Debbie Wasserman Schultz , na véspera da convenção do partido, que começa nesta segunda-feira, na Filadélfia. 

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