Rússia rebate acusações sobre ataques na Síria e responsabiliza EUA por mortes

Por Agência Lusa | - Atualizada às

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Porta-voz do país rebateu acusações de que aviões russos teriam bombardeado hospital da ONG no norte da Síria

Hospital da ONG Médicos Sem Fronteiras funcionava na província de Idlib, no norte da Síria
Médicos Sem Fronteiras
Hospital da ONG Médicos Sem Fronteiras funcionava na província de Idlib, no norte da Síria

A Rússia recusou categoricamente a acusação de que teria bombardeado hospitais na Síria, um deles apoiado pela ONG Médicos Sem Fronteiras, na segunda-feira (15). E, em declaração nesta terça (16), o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, responsabilizou a coligação internacional liderada pelos EUA pelo ataque.

“Recusamos categoricamente e não aceitamos essas declarações”, respondeu Peskov a uma pergunta sobre se aviões russos bombardearam nessa segunda-feira dois hospitais na Síria. “Aqueles que fazem essas alegações são sempre incapazes de prová-las."

Segundo Peskov, nesse caso, é preciso levar em conta o que diz a fonte primária, que são as autoridades sírias”. Ele se referiu a declarações do embaixador sírio em Moscou, Riad Hadad, que acusou a coligação internacional do ataque ao hospital.

O hospital de Maarat Al Nuaman, no Norte da Síria, apoiado pela MSF, “foi destruído na realidade pelas forças aéreas dos Estados Unidos”, disse ontem o embaixador à televisão russa.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos responsabilizou as forças russas pelos ataques, afirmando que determinar os autores – sírios, russos ou da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos - com base no local do ataque, padrões de voo e tipo de avião.

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