Nas imagens, é possível ver perito limpando com papel higiênico a arma usada para tirar a vida de Alberto Nisman; promotora garante que local não foi contaminado pela polícia

Nisman investigava o ataque terrorista dos anos 1990 havia dez anos; ele foi encontrado morto
Reprodução/Facebook
Nisman investigava o ataque terrorista dos anos 1990 havia dez anos; ele foi encontrado morto

O caso da morte do promotor argentino Alberto Nisman ganhou mais uma polêmica. Um vídeo divulgado por uma emissora local no último domingo (31) dá indícios de que a polícia pode ter contaminado a cena do falecimento.

Nas imagens, é possível ver um perito limpando com papel higiênico a arma usada para tirar a vida de Nisman, a mesma na qual não foi identificada nenhuma impressão digital que ajudasse a solucionar o caso.

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No entanto, a promotora Viviana Fein, que investiga a morte, garantiu à rádio Vorterix que o local não foi contaminado pela polícia. Segundo ela, a pistola calibre 22 precisava ser manipulada para os agentes descobrirem sua numeração.

Encontrado morto no dia 18 de janeiro com um tiro na cabeça, Nisman acusou a presidente Cristina Kirchner de agir para esconder uma suposta participação do Irã no atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em 1994, que deixou 85 mortos.

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