Incêndio em asilo da China deixa 38 mortos

Por iG São Paulo | - Atualizada às

compartilhe

Tamanho do texto

Casa de repouso Kangleyuan, que abrigava 51 residentes na cidade de Pingdingshan; polícia investiga se fogo foi criminoso

Vítima do incêndio recebe tratamento em  hospital de Pingdingshan, centro da Província de Henan, China
AP
Vítima do incêndio recebe tratamento em hospital de Pingdingshan, centro da Província de Henan, China

Um incêndio que varreu lar de idosos no centro da China e matou 38 levanta a preocupação sobre a segurança das instalações que abrigam a crescente população idosa do país.

Crime: Enfermeiro é indiciado por assassinato após incêndio em asilo de Sydney

O fogo começou na noite de segunda-feira (25) na casa de repouso Kangleyuan, que abrigava 51 residentes na cidade de Pingdingshan, província de Henan, disse a administração da segurança do trabalho da província por meio de comunicado. Além das dezenas de mortos, houve seis feridos, dois em estado grave, de acordo com comunicado.

Uma foto da cena do incêndio divulgada pela Agência de Notícias Xinhua mostrou que muitas partes das instalações parecia estar completamente incendiadas. Segundo a Xinhua, uma operação de resgate ainda estava em andamento na manhã desta terça (26) e que a causa do incêndio não estava clara.

Terror: Incêndio em asilo na Ucrânia deixa pelo menos 16 mortos

"Eu estava em minha cama no momento do incêndio. De repente vi vários profissionais do asilo correndo de um quarto em chamas e ouvi gritarem 'corram! Corram!'. Então me levantei e saí", explicou Guo Xin, de 78 anos, à Xinhua.

Outro sobrevivente, Zhao Yulan, de 82 anos, disse que apenas dois dos 11 hóspedes que dividiam quarto com ele conseguiram sobreviver, segundo a Xinhua. Alguns dos restos mortais dos mortos no incêndio ficaram irreconhecíveis.

A polícia levou o representante legal da instituição em custódia para investigação e começaram a ouvir a equipe profissional do asilo, disse a Xinhua. O premiê Li Keqiang pediu aos funcionários em todo o país para "tirar lições do acidente, verificando todos os potenciais riscos de segurança para evitar incidentes semelhantes".

Em 2013, um morador insatisfeito ateou fogo em asilo da província de Heilongjiang, no nordeste da China, matando ele e outros dez.

*Com AP

Leia tudo sobre: chinaasilo

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas