Estado Islâmico fará ataque sem precedentes nos Estados Unidos

Por Ansa | - Atualizada às

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Refém britânico do grupo afirmou em uma reportagem que os extremistas preparam ataque com uma arma nuclear

O refém britânico do grupo Estado Islâmico (EI, ex-Isis), John Cantlie, afirmou em uma reportagem do grupo que os extremistas preparam um ataque "sem precedentes" contra os Estados Unidos.

Utilizado como repórter pelos terroristas em vários vídeos, Cantlie escreveu um artigo na revista "Dabiq", criada pelo Estado Islâmico, dizendo que uma arma nuclear "importada" do Paquistão ou "algumas toneladas de explosivos" irão "ridicularizar os ataques do passado". A menção é uma clara referência aos atentados do dia 11 de setembro de 2001, realizados pela Al-Qaeda em Nova York e em Washington.

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Reprodução/Youtube
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Segundo a matéria, o armamento seguiria do Paquistão e utilizaria as rotas do tráfico de drogas e de pessoas através da Líbia, Nigéria, América do Sul e México para chegar ao território norte-americano.

Além disso, a revista jihadista ainda celebrou o ataque ocorrido no Texas contra uma exposição de caricaturas de Maomé, no início de maio. Já naquele momento, o EI assumiu o ataque e disse que o que estava por vir seria "ainda mais doloroso e amargo".

A "Dabiq" ainda segue com uma série de matérias contra o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, contra os principais líderes árabes e contra a coalizão nacional síria, a plataforma anti-Bashar al Assad apoiada por países ocidentais.

E, pela primeira vez desde seu lançamento, a publicação traz uma série de "publicidades", em que mostra uma "compilação" dos 10 vídeos sobre o grupo mais divulgados pela mídia mundial.

Decapitados pelo Estado Islâmico no Iraque

Kayla Mueller, refém norte-americana do Estado Islâmico, morreu na terça-feira (10 de fevereiro); segundo o grupo terrorista ela teria sido vítima de um bombardeio da Jordânia na Síria . Foto: APEstado Islâmico divulga vídeo onde suposto piloto jordaniano é queimado vivo em gaiola, no dia 3 de fevereiro. Foto: Reprodução/TwitterO jornalista japonês Kenji Goto foi morto pelos extremistas do Estado Islâmico no dia 30 de janeiro. Ele havia viajado para a Síria visando libertar o refém Yukawa. Foto: APImagem obtida por meio de vídeo do Estado Islâmico mostra o japonês Haruna Yukawa (à dir.), que foi decapitado em 24 de janeiro. Ele foi à Síria por ser fascinado por guerras. Foto: APO americano Peter Kassig foi identificado como o homem decapitado pelo Estado Islâmico em 16 de novembro de 2014. Ele era voluntário na Síria. Foto: ReutersNo dia 3 e outubro de 2014, o voluntário inglês Alan Henning foi decapitado pelos terroristas do Estado Islâmico. Foto: Reprodução/YoutubeVídeo mostra decapitação do refém britânico David Haines, que era voluntário na Síria e foi morto em 13 de setembro de 2014. Foto: ReutersImagem feita a partir de vídeo postado na internet pelo Estado Islâmico mostra jornalista americano Steven J. Sotloff antes de ser decapitado, no dia 2 de setembro de 2014. Foto: APInsurgentes do grupo jihadista Estado Islâmico divulgaram a decapitação do jornalista americano James Foley em 19 de agosto de 2014. Foto: Reprodução/Youtube


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