Segundo fontes locais, combates agora ocorrem nos arredores do aeroporto da cidade contra forças leais ao regime de Assad

O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) assumiu o controle da parte moderna da histórica cidade de Palmira, região central da Síria, a poucos quilômetros de distância dos sítios arqueológicos transformados em Patrimônio Mundial pela Unesco.

Cerca de 200 jovens foram lutar na Síria vindos da Geórgia (Arquivo)
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Cerca de 200 jovens foram lutar na Síria vindos da Geórgia (Arquivo)

Além disso, os terroristas tomaram a prisão e o hospital do município, a sede da Prefeitura e a maior parte de seus bairros periféricos. Fontes locais informaram à ANSA que os combates acontecem agora nos arredores do aeroporto da cidade, ainda nas mãos de forças leais ao regime de Bashar al Assad.

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A própria emissora de TV estatal síria confirmou que membros do EI entraram em Palmira, que era considerada um dos locais mais fortificados do país. Por conta disso, o governo já começou a evacuar civis e muitas pessoas fugiram do município.

Para evitar novas destruições de patrimônios culturais, centenas de estátuas e objetos históricos foram tiradas dos sítios arqueológicos da região e levadas para outras localidades.

Situada 250 km a nordeste de Damasco, em pleno deserto, Palmira abriga ruínas de uma cidade que foi um dos mais importantes centros culturais da Antiguidade, mais especificamente entre os séculos I e II d.C.

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Sua arquitetura reflete as influências de diversas civilizações e mescla características greco-romanas com tradições persas. Recentemente, o EI também atacou a antiga capital assíria Nimrud e as ruínas de Hatra, no Iraque, estas últimas consideradas Patrimônio Mundial pela Unesco.

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