Meia Hora: bebê sai vivo após oito dias em cova rasa

Por Jornal Meia Hora | - Atualizada às

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Pais enterraram o recém-nascido porque ela nasceu com defeito na boca. Uma vizinha ouviu choro e buscou ajuda

Jornal Meia Hora

Um recém-nascido foi encontrado pela polícia em uma cova rasa dentro de uma caixa de papelão onde havia sido enterrado vivo, na província de Guangxi, China. Segundo a TV China Central, os pais e as avós do bebê foram presos por planejarem o assassinato do menino. O dramático resgate começou quando uma vizinha ouviu um choro de criança e buscou ajuda.

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De acordo com a polícia, o bebê foi abandonado três ou quatro dias após nascer e não foi possível confirmar o tempo que ele ficou enterrado. Já a mídia chinesa informou que ele ficou oito dias debaixo da terra.

O menino foi rejeitado pelos pais por ter nascido com lábio leporino - fissura labial que pode ser reparada por cirurgia. A mãe do bebê contou que ela e o marido foram persuadidos pelas próprias mães a abandonarem o filho.

O pequeno estava a poucos centímetros da superfície, coberto de sujeira, mas respirando. Aparentemente, ele havia sido enterrado de forma que o ar entrasse na caixa de papelão, junto com água da chuva, o que o ajudou a sobreviver.

Os parentes presos confessaram ter abandonado o menino em um terreno, dentro da tal caixa. Depois, teriam voltado para enterrá-lo, pensando que ele já estava morto.

Vomitava lama

A criança foi encaminhada para um hospital para receber cuidados médicos. Segundo relatos, quando ele chegou ao local, vomitava lama. O bebê ainda está sendo monitorado e em estado de risco, conforme revelou a mídia chinesa.

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Corpo de jovem de 24 anos foi encontrado em duas sacolas em Santa Catarina; irmãos confessaram o crime. Foto: Facebook/ReproduçãoMala onde estava o corpo foi achada às margens da represa Atibainha, em Nazaré Paulista, interior de São Paulo (10.03.15). Foto: Edison Temoteo/Futura PressMichelli Nogueira Arrabal, de 31 anos, era casada (10.03.15). Foto: Facebook/ReproduçãoMichelli Nogueira trabalhava na companhia aérea Azul (10.03.15). Foto: Facebook/ReproduçãoJulio Arrabal foi encontrado morto na casa onde o casal morava, em Sumaré. Ele é o principal suspeito (10.03.2015). Foto: Facebook/ReproduçãoCorpo de comissária de bordo é encontrado dentro de mala em represa de SP (10.03.15). Foto: Facebook/ReproduçãoAlcir Pederssetti, de 41 anos, é suspeito de assassinar a esposa, filha, sogro, sogra e cunhada e depois se matar (26.02.15). Foto: Reprodução/FacebookLana, de 16 anos, é uma das vítimas do pai. Crime aconteceu em fevereiro deste ano. Foto: Reprodução/FacebookVelório das crianças mortas a facadas pelo pai. O crime aconteceu em  julho do ano passado (11.07.2014). Foto: Futura PressSara Kelly, mãe das vítimas, durante velório das quatro crianças mortas a facadas pelo pai São Paulo. Elas tinham entre um e 10 anos (11.07.14). Foto: Futura PressEm um dos crimes em família mais icônico, o adolescente Marcelo Pesseghini ao lado do pai, o sargento da Rota Luiz Marcelo Pesseghini, de 13 anos, foi apontado pela polícia como assassino dos pais, da avó e da tia avó. O crime aconteceu em agosto de 2013. Foto: Arquivo pessoalEstudante de enfermagem Loanne Rodrigues da Silva Costa, de 19 anos, e o padrasto foram encontrados mortos e acorrentados pelos pés a uma árvore. Crime aconteceu em dezembro de 2013 em  Pirenópolis, Goiás. Foto: Reprodução/FacebookSegundo a polícia, os filhos acreditavam que o padrasto de Loane poderia ter planejado matar a jovem e sentiria desejo por ela. Foto: Reprodução/FacebookLoanne e o padrastro tiveram abdômen cortado e órgãos arrancados, segundo a polícia (18.12.13). Foto: Reprodução/FacebookAntes do assassinato, a jovem já havia recebido ameaças de morte e sido agredida com uma paulada na cabeça (18.12.13). Foto: Reprodução/FacebookAmiga de Loanne disse à polícia que o padrasto ligava o tempo todo para a jovem (18.12.2013). Foto: Reprodução/FacebookO menino Joaquim Ponte, de 3 anos, foi encontrado boiando no rio Pardo, em Barretos, interior de SP. O crime aconteceu em novembro de 2013 (06.11.13). Foto: Alfredo Risk/Futura PressO padrastro Guilherme Longo é suspeito do assassinato de Joaquim (20.12.13). Foto: Reprodução/EPTVJoaquim Ponte Marques, de 3 anos, ficou desaparecido por cinco dias. Foto: Futura PressNatália Ponte, mãe de Joaquim, deve responder por omissão (11.12.13). Foto: Piton/Futura PressO padastro do menino, Guilherme Longo,  participar de reconstituição da morte de Joaquim. Ele foi responde a processo por homicídio triplicamente qualificado (22.11.13). Foto: Futura PressA avó materna de Joaquim, Cristina Ponte, durante o velório. Foto: Futura PressFamiliares, amigos e moradores de São Joaquim da Barra participam do velório do menino Joaquim . Foto: Alfredo Risk/Futura PressUm casal de brasileiros e sua filha de 10 anos foram encontrados mortos dentro de casa. Foto: Reprodução/FacebookA polícia suspeita de duplo assassinato seguido de suicídio por conta dos problemas financeiros enfrentados pela família. Foto: Reprodução/FacebookO motoboy sandro Dota foi condenado a 31 anos por matar e estuprar a cunhada Bianca Consoli. Foto: Futura PressMãe mata as duas filhas e comete suicídio dentro de casa, no Butantã, zona oeste de São Paulo. Foto: Gabriela Bilo/Futura PressAmigas das adolescentes supostamente mortas pela mãe choram em frente à casa da família no bairro do Butantã. 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Foto: AEAnna Carolina Jatobá  e Suzane von Richthofen cumprem pena no mesmo complexo penitenciário. Foto: ArquivoSuzane von Richthofen e Anna Carolina Jatobá em Tremembé. Foto: ArquivoSuzanne foi condenada por participação no assassinato dos pais em 2002. Foto: Futura Press


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