Exército da Nigéria liberta 234 mulheres do Boko Haram

Por Ansa | - Atualizada às

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Só nesta semana, os militares nigerianos conseguiram colocar em liberdade 677 pessoas, a maioria mulheres e crianças

O Exército da Nigéria anunciou neste sábado (02) que libertou 234 mulheres das mãos do grupo terrorista Boko Haram. Elas estavam presas na floresta de Sambisa, uma das bases dos jihadistas no país. Só nesta semana, os militares nigerianos conseguiram colocar em liberdade 677 pessoas - a maioria mulheres e crianças. Essas ações só foram possíveis porque o novo governo do país está usando muitas tropas por terra e ataques aéreos para atacar pontos de concentração dos extremistas.

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As resgatadas contaram que foram usadas como escudos humanos pelos membros do Boko Haram e muitas delas já haviam sido forçadas ao matrimônio com os terroristas.

Muitos dos bebês que aparecem nas imagens divulgadas pelo governo estão desnutridos.
Porém, entre as resgatadas, não há informações de que alguma delas seja parte do grupo de 200 estudantes raptadas há um ano pelos extremistas.

219 meninas protestaram nas ruas de Abuja, capital da Nigéria, em memória às alunas raptadas há um ano em Chibok. Foto: AP Durante a manifestação, cada uma carregou um cartaz com o nome de uma vítima de sequestro. Foto: APUm dos cartazes que as manifestantes levaram foi com os dizeres: "elas também têm sonhos" . Foto: APOutro cartaz levado pelas manifestantes foi "traga de volta nossas garotas". Foto: APGarotas também levaram fotos de vítimas sequestradas pelo grupo Boko Haram . Foto: APHá um ano, Boko Haram sequestrava mais de 200 estudantes na Nigéria. Foto: APNo mesmo dia em que garotas protestaram em memória às vítimas, o presidente da Nigéria disse que não sabe se será possível encontrar as desaparecidas. Foto: APAlguns parentes das garotas sequestradas também compareceram ao protesto. Foto: APAté mulheres com crianças de colo participaram do protesto em memória às vítimas sequestradas. Foto: APMartha Mark, mãe de Monica Mark, uma das sequestradas em escola nigeriana, chora ao mostrar foto da jovem na casa da família em Chibok, Nigéria (19/05). Foto: APApós possível divisão do grupo de reféns analistas dizem que resgates pode levar anos (8/05). Foto: AFPEstudantes protestam do lado de fora do consulado nigeriano em Nova York, EUA, pelas meninas sequestradas pelo Boko Haram na Nigéria (28/05). Foto: ReutersAluna de uma escola sul-africana, com tradicionais manchas de tinta no rosto, participa de protesto silencioso pelas jovens raptadas na Nigéria (14/05). Foto: APMulher grita durante manifestação incitando o Governo a agilizar o resgate das meninas sequestradas, em Abuja, Nigéria (11/05). Foto: APAtivistas participam da campanha 'Tragam nossas meninas de volta durante vigília realizada no Dia das Mães em Los Angeles, EUA (11/05). Foto: ReutersQuatro estudantes que conseguiram escapar do sequestro feito pelo grupo Boko Haram em escola de Chibok, Nigeria (2/05). Foto: APAbubakar Shekau, suposto líder do grupo extremista Boko Haram, fala sobre o sequestro de estudantes no nordeste na Nigéria (5/05). Foto: APUma mãe não identificada chora durante manifestação com outros pais cujas filhas foram sequestradas em escola de Chibok, Nigéria (29/04). Foto: APManifestante segura cartaz contra os raptos de garotas feito pelo grupo islâmico Boko Haram (5/05). Foto: APManifestantes protestam contra a demora do governo da Nigéria em encontrar as mais de 200 estudantes raptadas de escola em Chibok. Foto: APMulher participa de um protesto exigindo a libertação de meninas da escola secundária que foram raptadas da aldeia de Chibok, Nigéria. Foto: ReutersMulher segura cartaz durante manifestação sobre o sequestro das meninas de uma escola em Chibok, Nigéria (5/05). Foto: Reuters


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