Quando tinha 15 anos, a jovem foi alvejada na cabeça, em 19 de outubro de 2012, por membros do Taleban no país

Um tribunal antiterrorismo do Paquistão condenou nesta quinta-feira (30) um grupo de 10 pessoas à prisão perpétua pelo atentado cometido contra a jovem ativista Malala Yousafzai, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2014.

Dezembro:  Malala recebe prêmio Nobel da Paz em cerimônia na Noruega

Policiais paquistaneses escoltam Zaki-ur-Rehman Lakhvi, centro, principal suspeito dos ataques terroristas de Mumbai em 2008 (janeiro/2015)
AP
Policiais paquistaneses escoltam Zaki-ur-Rehman Lakhvi, centro, principal suspeito dos ataques terroristas de Mumbai em 2008 (janeiro/2015)

2013:  Em carta, comandante do Taleban pede a Malala para se unir ao Islã no Paquistão

Quando tinha 15 anos, a jovem foi alvejada na cabeça, em 19 de outubro de 2012, por membros do Taleban no Paquistão, que se opunham ao direito da educação das mulheres.

O ataque ocorreu enquanto Malala voltava da escola em Mingora, no vale do Swat, onde vivia com sua família. Outras duas estudantes, Kainat e Shazia, também ficaram feridas. Malala correu risco de vida e foi tratada em um hospital da Inglaterra, país onde vive e estuda atualmente.

Os 10 condenados hoje tinham sido presos por membros do Exército paquistanês em setembro de 2014. Eles foram acusados de tentativa de homicídio.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.