Estado Islâmico divulga novo vídeo com duas execuções

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Soldado egípcio morto foi identificado como Ahmed Fathy Abou Al Fotouh. Vítima decapitada não teve nome divulgado

O braço egípcio do Estado Islâmico (EI) divulgou um novo vídeo em que aparecem a decapitação de um prisioneiro e a execução de um soldado egípcio. As imagens foram divulgadas nesta madrugada nas redes sociais.

O soldado, identificado como Ahmed Fathy Abou Al Fotouh Salam, era da cidade de Dakahlia e era prisioneiro do grupo jihadista desde 2 abril, quando seu posto militar foi emboscado e 15 soldados e dois civis foram mortos, segundo informações da página Egyptian Streets.  

Em vídeo divulgado pelo EI o soldado egípcio Ahmed Fathy Abou Al Fotouh Salam aparece sendo decapitado
Reprodução/ISIS
Em vídeo divulgado pelo EI o soldado egípcio Ahmed Fathy Abou Al Fotouh Salam aparece sendo decapitado

No vídeo, Ahmed é visto lendo um texto sob coação enquanto chora. "Eu quero dizer a minha mãe que Ibrahim, meu irmão, não deve se juntar ao exército para que o que aconteceu com ele não acontece para mim", diz Ahmed.

O início do vídeo mostra a captura de Ahmed e termina com a execução do soldado por um militante mascarado armado com uma AK-47. Antes da morte do soldado, um civil, que não foi identificado, é decapitado por um militante.

De acordo com o Egyptian Streets, esta é a segunda execução de um soldado egípcio pelo grupo extremista Ansar Beit al-Maqdesvez , que se identifica como Estado do Sinai (Wilayat Sinai) desde que aderiu ao Estado Islâmico. Em janeiro de 2015, Wilayat Sinai divulgou um vídeo mostrando o sequestro e assassinato de policial Ayman al- Dessouki.

Vídeo contém imagens fortes


Iraque

Na sexta-feira (10), o grupo terrorista EI decapitou mais 25 pessoas de uma mesma tribo em Ramadi, capital da região iraquiana de Al-Anbar, informou a emissora "Arabiya".

As informações dão conta que as mortes foram causadas porque os membros da tribo se recusaram a entregar suas armas e a se unir com os extremistas para lutar contra o governo de Bashar al-Assad.


Kayla Mueller, refém norte-americana do Estado Islâmico, morreu na terça-feira (10 de fevereiro); segundo o grupo terrorista ela teria sido vítima de um bombardeio da Jordânia na Síria . Foto: APEstado Islâmico divulga vídeo onde suposto piloto jordaniano é queimado vivo em gaiola, no dia 3 de fevereiro. Foto: Reprodução/TwitterO jornalista japonês Kenji Goto foi morto pelos extremistas do Estado Islâmico no dia 30 de janeiro. Ele havia viajado para a Síria visando libertar o refém Yukawa. Foto: APImagem obtida por meio de vídeo do Estado Islâmico mostra o japonês Haruna Yukawa (à dir.), que foi decapitado em 24 de janeiro. Ele foi à Síria por ser fascinado por guerras. Foto: APO americano Peter Kassig foi identificado como o homem decapitado pelo Estado Islâmico em 16 de novembro de 2014. Ele era voluntário na Síria. Foto: ReutersNo dia 3 e outubro de 2014, o voluntário inglês Alan Henning foi decapitado pelos terroristas do Estado Islâmico. Foto: Reprodução/YoutubeVídeo mostra decapitação do refém britânico David Haines, que era voluntário na Síria e foi morto em 13 de setembro de 2014. Foto: ReutersImagem feita a partir de vídeo postado na internet pelo Estado Islâmico mostra jornalista americano Steven J. Sotloff antes de ser decapitado, no dia 2 de setembro de 2014. Foto: APInsurgentes do grupo jihadista Estado Islâmico divulgaram a decapitação do jornalista americano James Foley em 19 de agosto de 2014. Foto: Reprodução/Youtube


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