Estado Islâmico decapita mais 25 pessoas em Ramadi, no Iraque

Por Ansa |

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Mortes foram causadas porque os membros da tribo se recusaram a entregar suas armas e a se unir com os extremistas para lutar contra o governo de Bashar al-Assad

O grupo terrorista Estado Islâmico decapitou mais 25 pessoas de uma mesma tribo em Ramadi, capital da região iraquiana de Al-Anbar, nesta sexta-feira (10), informou a emissora "Arabiya".

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Kayla Mueller, refém norte-americana do Estado Islâmico, morreu na terça-feira (10 de fevereiro); segundo o grupo terrorista ela teria sido vítima de um bombardeio da Jordânia na Síria . Foto: APEstado Islâmico divulga vídeo onde suposto piloto jordaniano é queimado vivo em gaiola, no dia 3 de fevereiro. Foto: Reprodução/TwitterO jornalista japonês Kenji Goto foi morto pelos extremistas do Estado Islâmico no dia 30 de janeiro. Ele havia viajado para a Síria visando libertar o refém Yukawa. Foto: APImagem obtida por meio de vídeo do Estado Islâmico mostra o japonês Haruna Yukawa (à dir.), que foi decapitado em 24 de janeiro. Ele foi à Síria por ser fascinado por guerras. Foto: APO americano Peter Kassig foi identificado como o homem decapitado pelo Estado Islâmico em 16 de novembro de 2014. Ele era voluntário na Síria. Foto: ReutersNo dia 3 e outubro de 2014, o voluntário inglês Alan Henning foi decapitado pelos terroristas do Estado Islâmico. Foto: Reprodução/YoutubeVídeo mostra decapitação do refém britânico David Haines, que era voluntário na Síria e foi morto em 13 de setembro de 2014. Foto: ReutersImagem feita a partir de vídeo postado na internet pelo Estado Islâmico mostra jornalista americano Steven J. Sotloff antes de ser decapitado, no dia 2 de setembro de 2014. Foto: APInsurgentes do grupo jihadista Estado Islâmico divulgaram a decapitação do jornalista americano James Foley em 19 de agosto de 2014. Foto: Reprodução/Youtube

As informações dão conta que as mortes foram causadas porque os membros da tribo se recusaram a entregar suas armas e a se unir com os extremistas para lutar contra o governo de Bashar al-Assad. Porém, a notícia não pode ser verificada de maneira independente pela grande tensão que vive a cidade.

Segundo a rede televisiva, Ramadi está sofrendo uma contra-ofensiva dos jihadistas após o governo central anunciar que, após "libertar Tikrit", no norte do país, iria tentar recuperar as áreas de Al-Anbar. Com isso, as forças militares - apoiadas pelos Estados Unidos - deixam de operar contra Mosul, a autoproclamada capital do Estado Islâmico.

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