Exército inicia treinamento de militares para missão de paz no Haiti

Por Agência Brasil |

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Até 12 de abril, tropa receberá instruções e nivelará conhecimentos que permitam por em prática o potencial técnico e profissional de cada futuro integrante do batalhão

Agência Brasil

Atuação do Brasil nas Forças de Paz no Haiti
Marcello Casal JR/ABr
Atuação do Brasil nas Forças de Paz no Haiti

O Exército brasileiro iniciou nesta segunda-feira (6), no Rio de Janeiro, a fase final de treinamento do 22º contingente a participar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah). O grupo do Batalhão de Infantaria de Força de Paz é formado por 665 militares do Exército, 185 da Marinha e quatro da Força Área. O contingente seguirá para o Haiti no dia 11 de maio e ficará seis meses no país.

De acordo com o comandante do batalhão, coronel Gustavo Henrique Dutra de Menezes, a participação é uma oportunidade para o aprimoramento técnico e operacional de parte da Força Terrestre, além de contribuir para a manutenção de um ambiente seguro e estável no Haiti e nas atividades de assistência humanitária e de fortalecimento das instituições nacionais.

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“O Haiti necessita de ajuda das nações amigas para restabelecer a segurança e, com isso, encontrar as condições ideais para atrair investimentos e desenvolver sua economia, beneficiando toda a população”, acrescentou Menezes.

Até 12 de abril, a tropa receberá instruções e nivelará conhecimentos que permitam por em prática o potencial técnico e profissional de cada futuro integrante do batalhão. Do dia 13 ao dia 24 de abril, os militares participarão de diversas atividades nos bairros de Sulacap, Valqueire, Bento Ribeiro e Oswaldo Cruz, bem como na Vila Militar.

Entre as atividades ao ar livre estão o emprego de tropas e a circulação de viaturas militares em manobras. Segundo o Exército, serão envolvidos figurantes e cenários que darão ao exercício grau de realismo, composto por simulações e incidentes que poderão ocorrer durante a missão no Haiti. A instituição ressalta que vai controlar as atividades com o apoio de órgãos de segurança pública.

Nos dez anos de atuação em território haitiano, as Forças Armadas brasileiras já enviaram 20 mil militares para a missão. A seleção e o treinamento são reconhecidos pela Organização das Nações Unidas  (ONU), informou o Exército.

Rosena Dordor, 40, na frente de seu barraco nas colinas áridas ao norte da capital do Haiti (9/01). Foto: APCrianças jogam bola ao norte da capital do Haiti, Porto Príncipe (9/01). Foto: APHaitianos às portas de um ponto de distribuição de alimentos no bairro de Cité Soleil após terremoto de 2010 (arquivo) . Foto: APCrianças bombeiam água de poço em sua nova comunidade nas colinas áridas ao norte da capital do Haiti, Porto Príncipe (9/01). Foto: APCombinação de fotos mostra Marie La Jesula Joseph orando do lado de fora de Catedral após terremoto de 12 de janeiro de 2010 e como está o local em 2015, no Haiti (10/01). Foto: APMulheres caminha por rua devastada após terremoto de 7 graus de magnitude em 2010, na capital do Haiti (arquivo). Foto: APSobreviventes em acampamento improvisado após terremoto no Haiti (2010). Foto: AP


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