Ataques contra o Estado Islâmico deixam 1.953 mortos

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Segundo o observatório, 1.796 mortos eram integrantes do Estado Islâmico e 90 da Frente de Nusra, filial síria da Al Qaeda

Agência Brasil

Pelo menos 1.953 pessoas morreram e centenas ficaram feridas em seis meses de bombardeios da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos contra os jihadistas na Síria, informou hoje (23) o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

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Entre os mortos, pelo menos 66 eram civis, incluindo 10 menores e seis mulheres, que perderam a vida nos ataques contra instalações petrolíferas em áreas sob controle do grupo radical Estado Islâmico nas províncias de Al Hasaka, Deir al Zur, Al Raqa e Alepo, no Norte do país.

Segundo o observatório, 1.796 mortos eram integrantes do Estado Islâmico e 90 da Frente de Nusra, filial síria da Al Qaeda.

O observatório não descarta, contudo, um número de mortos mais elevado devido à dificuldade de acesso a áreas controladas pelo Estado Islâmico e ao segredo que o grupo mantém sobre as baixas que sofre

Kayla Mueller, refém norte-americana do Estado Islâmico, morreu na terça-feira (10 de fevereiro); segundo o grupo terrorista ela teria sido vítima de um bombardeio da Jordânia na Síria . Foto: APEstado Islâmico divulga vídeo onde suposto piloto jordaniano é queimado vivo em gaiola, no dia 3 de fevereiro. Foto: Reprodução/TwitterO jornalista japonês Kenji Goto foi morto pelos extremistas do Estado Islâmico no dia 30 de janeiro. Ele havia viajado para a Síria visando libertar o refém Yukawa. Foto: APImagem obtida por meio de vídeo do Estado Islâmico mostra o japonês Haruna Yukawa (à dir.), que foi decapitado em 24 de janeiro. Ele foi à Síria por ser fascinado por guerras. Foto: APO americano Peter Kassig foi identificado como o homem decapitado pelo Estado Islâmico em 16 de novembro de 2014. Ele era voluntário na Síria. Foto: ReutersNo dia 3 e outubro de 2014, o voluntário inglês Alan Henning foi decapitado pelos terroristas do Estado Islâmico. Foto: Reprodução/YoutubeVídeo mostra decapitação do refém britânico David Haines, que era voluntário na Síria e foi morto em 13 de setembro de 2014. Foto: ReutersImagem feita a partir de vídeo postado na internet pelo Estado Islâmico mostra jornalista americano Steven J. Sotloff antes de ser decapitado, no dia 2 de setembro de 2014. Foto: APInsurgentes do grupo jihadista Estado Islâmico divulgaram a decapitação do jornalista americano James Foley em 19 de agosto de 2014. Foto: Reprodução/Youtube


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