Atentado aconteceu na última na quarta e deixou 21 mortos; Estado Islâmico reivindicou autoria do atentado

Agência Brasil

Sequestro terrorista deixa 21 mortos na Tunísia
AP
Sequestro terrorista deixa 21 mortos na Tunísia

O Presidente da Tunísia, Beji Caid Essebsi, declarou neste domingo (22) à televisão Itele e à rádio Europe 1 que um terceiro autor do atentado ao Museu Nacional do Bardo, em Túnis, que causou 21 mortes, está foragido. “Seguramente eles eram três. Dois foram executados, mas há um que permanece foragido”, declarou o presidente.

Na última quarta-feira (18), homens armados mataram 20 turistas estrangeiros e um guarda tunisiano , durante um ataque no Museu Nacional do Bardo. Este foi o primeiro reconhecimento de que havia três atacantes. Os dois atacantes mortos pelas forças de segurança foram identificados como Jabeur Khachnaoui e Yassine Laabidi.

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No sábado (21), Essebsi admitiu falhas de segurança que facilitaram o ataque ao museu. O presidente disse à revista francesa Paris Match que “houve falhas” e que a polícia e as forças de segurança tunisinas “não estavam organizadas o suficiente para garantir a segurança do museu”.

A responsabilidade pelo massacre foi reivindicada pelos jihadistas do Estado Islâmico. O secretário de Estado tunisiano para a Segurança afirmou que os dois autores do atentado mortos receberam treinamento militar na Líbia.

O ataque ao Museu Nacional do Bardo foi o mais grave contra estrangeiros na Tunísia desde o atentado suicida contra uma sinagoga em Djerba, em que morreram 14 alemães e dois franceses, além de cinco tunisinos, em 2002, reivindicado pela al Qaida.

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