Jihadistas lançaram ataque contra postos de controle e posições das forças do governo em Hama, na Síria

Agência Brasil

Pelo menos 63 seguidores do regime sírio de Bashar Al Assad morreram nas últimas 24 horas em combates contra o grupo Estado islâmico. Os confrontos ocorreram no leste da província central de Hama, segundo informou hoje (21)  o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

A organização não governamental assinalou que os jihadistas lançaram um ataque contra postos de controle e posições das forças do governo na zona de Sheij Hilal, em Hama, com o objetivo de cortar uma das linhas de aprovisionamento das autoridades. Representantes do Estado Islâmico informam que o número de mortos é indeterminado.

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Conforme o Observatório, o número de pessoas executadas pelo Estado Islâmico nas províncias de Deir Ezzor, Homs e Damasco subiu para 13. Três homens foram crucificados e decapitados por tentarem se entregar ao governo sírio. Outros dois foram executados a tiros por espionagem e insultos a Deus. Outros cinco foram decapitados e três jovens mortos também por espionagem.

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Ontem (19), a mesma organização, com ampla rede de ativistas no local, anunciou que 70 efetivos governamentais morreram em confrontos contra o Estado Islâmico desde a noite de quarta-feira (18).

As mortes ocorreram em Sheij Hilal e Al Sujna, na província central de Homs. O Estado Islâmico iniciou o ataque em áreas rurais de Homs e Hama, depois das derrotas sofridas nas províncias de Alepo e de Al-Hasaka.

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