Argentina abre arquivos sobre atentado contra Amia, caso investigado por Nisman

Por Ansa |

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Decreto amplia os horizontes da investigação e permite que possam ser vistos todos os elementos envolvidos

Alberto Nisman investigava o ataque terrorista dos anos 1990 havia dez anos; ele foi encontrado morto na Argentina
Reprodução/Facebook
Alberto Nisman investigava o ataque terrorista dos anos 1990 havia dez anos; ele foi encontrado morto na Argentina

O governo da Argentina formalizou nesta sexta-feira (13), a abertura de todos os documentos dos Serviços Secretos que dizem respeito a investigação do atentado contra a Associação Mutual Israelita da Argentina (Amia), que deixou 85 mortos e 300 feridos em 1994.

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Segundo chefe de gabinete, Aníbal Fernández, o decreto amplia os horizontes da investigação e permite que possam ser vistos todos os elementos envolvidos.

A medida, anunciada em janeiro pela presidente Cristina Kirchner, é concretizada em meio a escândalo pela morte do promotor Alberto Nisman, encontrado sem vida poucos dias após acusar a mandatária de tentar acobertar suspeito iranianos de terem planejado a ação.

O titular da Secretaria de Inteligência, Oscar Parrili, explicou na época que foi requerida a "abertura das identidades, das ações, dos fato e das circunstâncias correspondentes em meio à interceptações telefônicas" realizadas em meio às investigações.

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