Milhares marcham na Cidade do México em apoio às famílias de 43 desaparecidos

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Ministro da Justiça mexicano afirmou no fim de janeiro, que os 43 desaparecidos foram assassinados pelo crime organizado

Agência Brasil

Milhares de pessoas fizeram uma manifestação na noite de quinta-feira (26), na Cidade do México, em apoio às famílias dos 43 estudantes que desapareceram há cinco meses na cidade de Iguala. Eles reivindicam verdade e justiça.

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Manifestantes olham para imagem do presidente mexicano Enrique Peãa Nieto que queima em protesto por alunos na Cidade do México (20/11) . Foto: ReutersAtivistas ateiam foto em Imagem do presidente mexicano durante protesto em praça da Cidade do México (20/11). Foto: ReutersMultidão se reúne para protestar contra desaparecimento de 43 alunos em praça da Cidade do México (20/11). Foto: ReutersAtivista grita ao ser cercada por policiais enquanto observadores de direitos humanos tentam alcançá-la durante passeata perto de aeroporto da Cidade do México (20/11). Foto: APManifestantes incendeiam veículos no estacionamento do Congresso de Guerrero, no México (12/11). Foto: APManifestantes incendeiam veículos no estacionamento do Congresso de Guerrero, no México (12/11). Foto: APManifestantes incendeiam veículos no estacionamento do Congresso de Guerrero (12/11). Foto: APManifestantes incendeiam veículos no México (12/11). Foto: APVeículos incendiados após protestos no México (12/11). Foto: APManifestantes fazem ato em frente ao palácio presidencial na Cidade do México (9/11). Foto: ReutersEx-prefeito de Iguala, José Luis Abarca, e a mulher, Maria de los Angeles Pineda Villa, falam com representantes do governo estadual em Chilpancingo, México (4/11). Foto: APPresidente Enrique Peña Nieto em coletiva após falar sobre reunião privada com as famílias dos 43 alunos desaparecidos no México (30/10). Foto: ReutersProtesto em Guadalajara, México, contra o desaparecimento de 43 estudantes pede que o governo do país acelere as investigações (24/10). Foto: Ulises Ruiz Basurto/EPA/Agência LusaAtivista mostra fotos de alunos desaparecidos durante protesto em frente ao consulado mexicano na Cidade de Guatemala, México (15/10). Foto: ReutersInvestigadores examinaram 28 corpos encontados numa vala comum, mas nenhum deles era dos estudantes desaparecidos (15/10). Foto: ReutersEstudantes da Escola de Ayotzinapa fazem vigília para lembrar os colegas desaparecidos (14/10). Foto: ReutersCarro capota e é incendiado por estudantes universitários em protesto pelo desaparecimento de alunos do lado de fora de edifício em Guerrero, México (13/10). Foto: APEstudantes mascarados protestam contra o desaparecimento de 43 colegas de classe em Chilpancingo, México (8/10). Foto: APManifestantes fazem gritam palavras de ordem e quebram vidros do Congresso de Chilpancingo (29/09). Foto: Reuters

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Um porta-voz das famílias afirmou que o desaparecimento dos estudantes é “crime de Estado”, que “não pode ficar impune”.

O ministro da Justiça do México, Jesus Murillo Karam, disse, no fim de janeiro, que os 43 estudantes desaparecidos em setembro foram assassinados por integrantes do crime organizado.

Em setembro, um grupo de policiais municipais disparou contra dezenas de alunos de uma escola dedicada à formação de professores, deixando seis pessoas mortas e 25 feridas.

Os polícias capturaram 43 jovens e os entregaram ao cartel de traficantes de drogas Guerreros Unidos. Integrantes do cartel disseram que eles foram assassinados e queimados em uma lixeira, antes de serem lançados em um riacho. Um corpo foi identificado até agora.

Naquela noite, integrantes do Exército presenciaram o ataque sem intervir e, por isso, os pais exigem, desde então, que as autoridades investiguem a atuação dos militares.

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