Ex-líder possuía substâncias como sarin; as autoridades temem que conteúdo caia nas mãos dos jihadistas do Estado Islâmico

Armas químicas do arsenal do regime de Muammar Kafadi  foram roubadas na Líbia e estariam nas mãos de insurgentes rebeldes, de acordo com a imprensa internacional.

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A quantidade exata de armas roubadas não foi divulgada. No entanto, uma fonte do Exército líbio afirmou ao jornal Asharq al-Awsat que "grandes quantidades" foram pegas por rebeldes para serem usadas contra as forças do governo.

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Os arsenais secretos de Kadafi, morto em 2011 em meio à Primavera Árabe, contêm substâncias como gás mostarda (iperita) e sarin. As autoridades temem que as armas caiam nas mãos de extremistas do grupo Estado Islâmico (EI), que tem avançado sobre a Líbia nos últimos dias e já domina a cidade de Derna.

A situação na Líbia já preocupa a Europa, principalmente a Itália, que foi colonizadora do país. O tema da crise líbia e do avanço do EI foi levado esta semana para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, após o Egito iniciar um bombardeio unilateral contra alvos dos extremistas, os quais decapitaram três cristãos egípcios.

Na sexta, três carros-bomba explodiram, provocando a morte de ao menos 47 pessoas e deixando outras 26 feridas na Líbia.

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