Recentemente foram divulgadas gravações onde funcionários importantes conversavam com uma suposta militante do ELN

A Justiça colombiana emitiu cinco ordens de prisão para argentinos, espanhois, entre outros, investigados por supostamente ter direcionado pagamentos da multinacional italiana Sicim ao grupo guerrilheiro Farc.

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A Promotoria deve tentar a captura internacional dos dois estrangeiros, que já não residem no país, por meio da Polícia Internacional (Interpol).

O caso foi revelado recentemente pela mídia local, que divulgou gravações em que dois altos funcionários da Sicim, o espanhol Francisco Elizondo e o argentino Roberto Rigoni, conversavam com uma mulher, aparentemente integrante da guerrilha Exército de Libertação Nacional (ELN).

A Unidade contra o Terrorismo da Promotoria investiga se a empresa especializada em construções civis enviou dinheiro para as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante a construção de um oleoduto no país. Pagamento teria sido feito em troca de segurança.

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